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A seleção feminina de ginástica quase conquistou a medalha de bronze no Mundial em Doha. Com erros nas paralelas, equipe ficou em sétimo lugar

Equipe Feminina de Ginástica do Brasil termina disputa por equipes em sétimo
Ricardo Bufolin/CBG
Equipe Feminina de Ginástica do Brasil termina disputa por equipes em sétimo

A equipe feminina de ginástica do Brasil terminou em sétimo lugar na final por equipes do Mundial de Ginástica Artística que está sendo realizado em Doha, Qatar. A seleção chegou a ficar bem próxima de uma inédita medalha por equipes, mas falhas cometidas na última rotação, nas paralelas assimétricas, acabaram determinando a posição final.

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O Brasil terminou a competição com um total de 159,830 pontos, ficando à frente da Alemanha, que terminou em oitavo. A medalha de ouro foi para a equipe feminina de ginástica dos Estados Unidos, confirmando o favoritismo, com 171,629.

A ginasta americana Simone Biles foi destaque pelos EUA na competição tanto pelo seu talento como por superar a dor do problema de pedra nos rins e participar das classificatórias e posteriormente na final.

O segundo lugar do pódio na final por equipes ficou com a Rússia (162,863) e a China levou o bronze (162,396). As três primeiras colocadas asseguraram também a classificação para a Olimpíada de Tóquio-2020. O Brasil irá com equipe completa para o Mundial do ano que vem, em Stuttgart (ALE), para buscar uma das nove vagas olímpicas restantes.

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“Acho que faltou um pouco mais de concentração, pois estava demorando muito para a gente conseguir subir nos aparelhos. As notas demoravam para sair”, afirmou Flavia Saraiva, que teve seu melhor desempenho no solo (13,800).

Para Rebeca Andrade, é preciso que a equipe saiba aprender com os erros cometidos. “Erros acontecem, é normal, mas é errando que você aprende”, afirmou. Ela ressaltou o fato de que esse foi seu primeiro Mundial e ficou satisfeita com seu desempenho individual. “Claro que estou chateada, mas para um primeiro Mundial acho que fui bem. Estou voltando a competir, após minhas lesões, e sempre bate um pouco de nervosismo”, disse Rebeca.

Com 27 anos, Jade Barbosa analisou a participação da equipe brasileira. “Não vou dizer que não foi bom, pois estaria mentindo, mas você tem que aprender a lidar com as situações ruins e isso também é importante. Toda lição ruim também é uma boa lição. Saímos com isso hoje daqui. Tivemos aparelhos onde fomos muito mal e em outros fomos muito bem”, explicou Jade.

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Amanhã o ginasta Caio Souza volta à Arena Aspire Dome, no Qatar, para disputar a final do individual geral masculino as 10hrs (no horário de Brasília). E na quinta feira duas das integrantes equipe feminina de ginástica , Flavia e Jade, voltam para disputar o individual geral.

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