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Gianni Infantino, presidente da Fifa, deve exercer mais um mandato

A Fifa anunciou nesta quarta-feira (6) que o atual presidente, Gianni Infantino, será candidato único na eleição da entidade, que está prevista para ser realizada durante o 69º Congresso da Fifa no dia 5 de junho, em Paris, na França.

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O ex-jogador suíço Ramon Vega, que possui passagens por Cagliari, Tottenham e Celtic, chegou até a anunciar que disputaria a eleição como candidato , mas não obteve o apoio necessário de cinco das 221 federações da Fifa.

No curto comunicado publicado no site oficial da Federação Internacional de Futebol, a entidade garante que o 'Comitê de Governança irá monitorar o processo eleitoral, garantindo a correta aplicação dos estatutos e regulamentos da Fifa'.

Sem concorrentes, Gianni Infantino está com o caminho livre para cumprir o seu segundo mandato na entidade que rege o futebol no mundo. Eleito presidente em28 de fevereiro de 2016, ele tinha a promessa de dar uma vida nova para a organização, que estava abalada por conta de diversos escândalos de corrupção envolvendo seus ex-líderes.

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Porém, após documentos vazados pelo Football Wikileaks, Infantino foi acusado de encobrir casos de doping financeiro do Paris Saint-Germain, da França, e do Manchester City, da Inglaterra, além de virar algo de reclamações por possíveis mudanças no formato dos próximos Mundiais.

Giovanni Vincenzo Infantino tem 48 anos e nasceu em Briga-Glis, na Suíça, mas também possui a cidadania italiana, já que seus pais são naturais do país. O cartola é o 10º presidente da história da Fifa e iniciou sua carreira no mundo do futebol na Uefa - União das Associações Europeias de Futebol, no gabinete jurídico e legal da entidade europeia.

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Em 2015 Infantino virou candidato a presidência da Fifa por decisão unanime do Comitê Executivo da Uefa. Foi eleito em fevereiro do ano seguinte com 115 votos contra 88 de Salman Bin Ibrahim Al-Khalifa, do Bahrein.

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