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O Guangzhou Evergrande exerceu a compra em definitivo do meio-campista brasileiro por 42 milhões de euros (R$180 milhões)

Paulinho se tornou a terceira maior venda da história do clube catalão
AS.com
Paulinho se tornou a terceira maior venda da história do clube catalão

O volante brasileiro Paulinho foi vendido em definitivo pelo Barcelona ao Guangzhou Evergrande, da China, por 42 milhões de euros (R$ 180 milhões), segundo publicou nesta sexta-feira (04) a imprensa catalã.

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O jogador havia voltado ao futebol asiático por empréstimo após a Copa do Mundo da Rússia, em julho do ano passado, após uma passagem de um ano pela equipe azul-grená. Em 2017, o time da Catalunha havia pago ao Guangzhou  40 milhões de euros pelos direitos federativos do meio-campista. Em um ano, Paulinho jogou 34 partidas com e marcou nove gols.

Esta é a terceira venda mais lucrativa da história do Barcelona , atrás do também brasileiro Neymar, que foi vendido em 2017 ao PSG por 222 milhões de euros e do português Luís Figo, que se transferiu para o Real Madrid no ano 2000 por 60 milhões de euros.

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Paulinho atuava emprestado ao clube chinês
Reprodução / Instagram
Paulinho atuava emprestado ao clube chinês

De acordo com o jornal 'La Vanguardia', o valor é oito milhões de euros (R$ 34 milhões) a menos do que tinha sido falado inicialmente, em acordo entre os dois clubes. A publicação ainda avaliou a transferência e a passagem do brasileiro pelo Barça, que chegou a ter bons momentos no início.

"A transferência de Paulinho ficará na história do clube não apenas por sua fugacidade, mas também por ocupar a partir de agora um posto de honra entre as mais altas realizadas pelo Barcelona", diz o texto.

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" Paulinho , que hoje tem 30 anos, foi uma contratação controversa no princípio por seu preço, suas características pouco homologáveis ao estilo Barça e por sua procedência, uma liga chinesa mais propensa a pescar velhas glórias do que a gerar talento. Seu rendimento ao chegar, no entanto, foi alto e serviu para diminuir os prejuízos à base de gols e aparições transcendentais quando o projeto Valverde, ainda por amadurecer e sob efeito da perda de Neymar, exigia resultados", completou.

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