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Davide Astori, zagueiro e capitão da Fiorentina, foi encontrado morto em hotel

O Ministério Público de Florença, na Itália, anunciou nesta segunda-feira (10) que dois médicos estão sendo investigados pela morte do capitão da Fiorentina, Davide Astori, pelo crime de homicídio culposo (quando não há intenção de matar).

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De acordo com a promotoria, os dois médicos trabalham em hospitais públicos localizados em Florença e Cagliari e emitiram certificados de aptidão física, permitindo que Astori praticasse atividades esportivas.

Segundo o jornal "La Nazione", o ex-jogador da Fiorentina  passou por dois eletrocardiogramas em julho de 2016 e 2017, e um deles mostrou um pequeno indício de que o coração do jogador não estava funcionando como deveria. No entanto, mesmo assim, ele recebeu sinal verde para praticar atividades físicas.

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A morte do jogador chocou o futebol italiano e diversos clubes e jogadores prestaram homenagens, como o atual goleiro do PSG, Gianluigi Buffon, que colocou Astori como "uma das melhores figuras esportivas" que conheceu .

"Eu quase não expresso publicamente um pensamento sobre uma pessoa (...) No seu caso, sinto que estou fazendo uma exceção à minha regra, porque você tem uma jovem esposa e familiares que estão sofrendo, mas especialmente sua pequena filha, merece saber que seu pai era em todos os aspectos uma pessoa perfeita (...) Você era a melhor expressão de um mundo antigo e superado, em que valores como altruísmo, elegância, educação e respeito pelos outros eram os mestres. Parabéns, de fato, você foi uma das melhores figuras esportivas em que encontrei", publicou em seu Instagram.

O zagueiro, de 31 anos, foi encontrado morto antes de uma partida contra a Udinese, no quarto do hotel em que estava hospedado, no dia 4 de março. O falecimento do capitão da Fiorentina pode ter sido provocado pela aceleração dos batimentos de seu coração (taquiarritmia).

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Astori iniciou a carreira profissional no Milan, em 2006. Passou também pela Roma, Pizzighettone, Cremonese até chegar ao Cagliari, onde jogou por oito anos, de 2008 a 2016. Além disso, foi convocado 14 vezes para defender a seleção italiana e disputou a Copa das Confederações de 2013, no Brasil.


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