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O treinador português foi chamado de vil, hipócrita e narcisista. De acordo com o Mirror ele tem sofrido da 'síndrome de Donald Trump'

Mourinho jogou a caixa de garrafas d'água no chão após gol de Fellaini contra o Young Boys
Reprodução
Mourinho jogou a caixa de garrafas d'água no chão após gol de Fellaini contra o Young Boys

A imagem de José Mourinho não está nada boa na Inglaterra. Mesmo depois da vitória do Manchester United por 1 a 0 contra o Young Boys, nesta terça-feira, a mídia inglesa encontrou um motivo para criticar o treinador português.

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Em matéria publicada pelo jornal Mirror , José Mourinho é comparado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De acordo com a reportagem, ambos são vil, hipócritas e não aceitam críticas.

As atitudes do treinador no jogo que classificou o Manchester United para as oitavas de final da Liga dos Campões foram comparadas aos sintomas da ‘síndrome da imitação de Trump’, anunciada na semana passada pelo jornal The New York Times .

Durante a partida, o jovem atacante Marcus Rashford perdeu um lance de gol e Mourinho voltou-se para torcida com um “veja o que eu quero dizer?”. Retomando a polêmica que chegou aos microfones da mídia na semana passada, quando o treinador fez críticas pesadas a Rashford, Luke Shawn, Martial e Lindegaard.

Segundo ele, os quatro são muito mimados pelos que os rodeiam  e que nenhum deles tem personalidade, caráter ou coragem.

A reportagem faz menção da infância abastada do treinador para dizer que é hipocrisia ele dizer que os meninos são mimados, quando ele mesmo foi muito protegido pela família.

No fim do segundo tempo, na comemoração do gol dos Red Devils anotado por Fellaini, Mourinho jogou o suporte de garrafas d’água no chão com violência, para fazer uma “impressão de thrash-metal na linha lateral”.

Mourinho foi comparado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
Official White House Photo/ Joyce N. Boghosian
Mourinho foi comparado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

No pós-jogo, Mourinho não elogiou os jogadores nem agradeceu os torcedores que comparecem ao Old Trafford para assistir a partida. Ao invés disso, lembrou aos jornalistas que nunca deixou de se classificar para a fase de mata-mata da Liga dos Campeões.

Por todo o contexto, o treinador foi comparado a Donald Trump no quesito “narcisismo”. “Ambos têm um amor-próprio que nem mesmo Narciso poderia igualar, alimentar teorias da conspiração e ignorar a verdade, acreditando que os fatos só existem para ser distorcidos a seu favor”, diz a matéria.

E continua. “Ambos ficam amuados quando não são o centro das atenções, menosprezam até mesmo os críticos mais brandos, são obcecados pelos adversários e detestam os jornalistas hostis – mas sabem como usar os que são amigáveis”.

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O Mirror ainda diz que o serviço de Mourinho só está garantido por causa dos acionistas ricos da Flórida, EUA. Para a publicação, mesmo com cenário de terra arrasada (assim como o país norte-americano), após uma vitória é como se todo o passado recente se apagasse e a perfeição reinasse novamente. O que não é verdade.

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