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Ídolo francês estava na comissão técnica da Bélgica e em sua primeira entrevista revelou quais são suas inspirações entre os treinadores mundiais

O ex-jogador Thierry Henry já havia iniciado os treinamentos no Monaco , mas foi nesta quarta-feira que ele foi apresentado oficialmente como técnico da equipe do Principado. O francês concedeu sua primeira entrevista coletiva e explicou como foi deixar de fazer parte da seleção da Bélgica.

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Thierry Henry foi apresentado oficialmente no Monaco nesta quarta-feira
Divulgação/Monaco
Thierry Henry foi apresentado oficialmente no Monaco nesta quarta-feira

"Quando a oferta chegou, me pareceu lógico. Foi a escolha do coração. É um clube que tem um lugar muito especial no meu coração. Vocês sabem da minha ligação com Londres, mas aqui foi onde começou", afirmou Henry .

Quando questionado sobre a relação que ele teve com a imprensa francesa quando era jogador da seleção, o campeão do mundo de 1998 disse que se inicia um novo ciclo. "Não é um problema, está tudo acabado. Estou aqui como treinador. Não há problema, não sou mais jogador".

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O ídolo do Arsenal falou ainda sobre suas referências na carreira e treinadores que o inspiram. "Eu aprendi muito com diferentes técnicos. Obviamente, Arséne (Wenger), ele me mostrou o que era ser um grande profissional. Para mim, é a referência. Pep Guardiola também é uma referência. Conversei muito sobre o esporte com ele", disse.

"Muitas pessoas me inspiraram na França, gostaria de mencionar Suaudeau e Denoueix. Eles inventaram a transição, e o Nantes deles é uma inspiração para mim. E não esqueço Clairefontaine, e pessoas como Claude Tusseau e Francisco Filho", acrescentou.

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Após apresentação, Henry posou para fotos no Principado
Divulgação/Monaco
Após apresentação, Henry posou para fotos no Principado

Por fim, o francês foi perguntado se achava que poderia alcançar o mesmo sucesso como treinador como fizeram Zidane e Deschamps, seus ex-companheiros de seleção francesa.

"Eu tenho que tentar vencer como eles. São duas pessoas que admiro muito. Quando vejo Didier Deschamps ou Zizou, antes falávamos de bola no pé, agora conversamos sobre treinar, táticas. Claro, são exemplos para todos, especialmente para os franceses, mas cada um tem sua forma de trabalhar", finalizou Henry .

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