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Corinthians, Palmeiras e São Paulo se juntam à Prefeitura de SP para ampliar projeto Tem Saída, que ajuda vítimas de violência a encontrarem emprego

O São Paulo mantêm um projeto de acolhimento para vítimas da violência doméstica
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O São Paulo mantêm um projeto de acolhimento para vítimas da violência doméstica

Três dos grandes clubes paulistas se juntarão nesta quinta-feira (17) para dar apoio a um projeto da Prefeitura de São Paulo que tem como objetivo combater a violência doméstica e familiar contra a mulher.

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Corinthians, Palmeiras e São Paulo irão se juntar as Secretarias de Desenvolvimento Economico e de Direitos Humanos e Cidadania do Estado para ampliar o projeto Tem Saída, lançado em 2018 pela Prefeitura.

O encontro entre as equipes e as lideranças da prefeitura acontecerá no centro de São Paulo às 14h. O prefeito Bruno Covas receberá os presidentes dos clubes para a assinatura de um acordo de cooperação. O programa visa oferecer autonomia financeira, por meio da geração de emprego às mulheres vítimas de violência doméstica.

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Cartaz do projeto Tem Saída, da Prefeitura de São Paulo
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Cartaz do projeto Tem Saída, da Prefeitura de São Paulo

Além do prefeito, participam do evento a secretária de Desenvolvimento Econômico, Aline Cardoso, a secretária de Direitos Humanos e Cidadania, Berenice Giannella, o presidente do São Paulo Futebol Clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o presidente em exercício da Sociedade Esportiva Palmeiras, Paulo Buosi, e o presidente do Sport Club Corinthians Paulista, Andrés Sanchez.

Toda mulher que procurar o atendimento do programa Tem Saída será encaminhada pelo sistema judiciário aos equipamentos de seleção de emprego da STME. O projeto tem apoio de diversas empresas além de ONGs e a Vara Especializada sem Violência Doméstica e Familiar da capital.

Não é a primeira vez que um dos três clubes da capital paulista toma medidas contra a violência doméstica contra mulheres.

Desde maio de 2018, o São Paulo disponibiliza o Morumbi para acolher mulheres vítimas de agressão e mantem essa parceria com a Justiça de Saia, um projeto liderado pela promotora Gabriela Manssur.

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Também no ano passado, o Corinthians desistiu de contratar o jogador Juninho, do Sport, após o atleta responder por agressões à namorada. O clube já chegou a realizar ações e apoiar projetos  contra a violência doméstica em dias de jogos, além de orientar os torcedores a denunciar abusos e agressões.

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