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A CBF debateu mudanças no regulamento do Campeonato Brasileiro. O uso de gramados sintéticos e o mando itinerante foram aprovados

Nesta segunda-feira, a CBF realizou uma renião em sua sede, no Rio de Janeiro, para debater mudanças no regulamento do Campeonato Brasileiro de 2018. Dentre os principais temas, estavam a aprovação do árbitro de vídeo , o uso do gramado sintético na Arena da Baixada e o mando de campo itinerante.

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A tecnologia do árbitro de vídeo sendo utilizada na Alemanha
Reprodução
A tecnologia do árbitro de vídeo sendo utilizada na Alemanha

O principal tema do dia não foi regulamentado. O árbitro de vídeo não fará parte das partidas do Campeonato Brasileiro de 2018. Ele já havia sido prometido durante a metade do ano passado, após uma polêmica com um gol de mão do atacante Jô, do Corinthians. A expectativa era que ele seria integrado no torneio deste ano, mas a CBF não aprovou o uso do VAR. Entretanto, o sistema será utilizado durante partidas da Copa do Brasil , onde a entidade irá bancar os custos de operação.

Dos 20 representantes dos clubes da Série A, 12 votaram contra a utilização do árbitro de vídeo. Sete clubes foram contrários ao uso da tecnologia, enquanto o São Paulo não votou. O representante do time tricolor havia deixado o local antes da votação do tema.

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Grama sintética e mando itinerante

Outro tópico muito debatido teve seu destino traçado nesta tarde. O veto inicial à grama sintética usada na Arena da Baixada caiu e não é mais válido. A derrubada da proibição foi feita de forma unânime pelos representantes dos 20 times do Brasileirão. O argumento inicial era de que o Atlético-PR se beneficiava do gramado diferente, já que eles estavam melhores adaptados ao mesmo.

Luiz Sallim Emed, presidente do conselho administratido do Atlético-PR, declarou que o gramado é aprovado pela FIFA e usado por outros clubes ao redor do mundo. Ele garantiu que não há nenhum benefício técnico pelo uso do mesmo.

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Outro tema que foi aprovado é o mando de campo itinerante, onde o clube mandante pode jogar em outro estado. A CBF aprovou que o clube possa atuar em até cinco partidas fora dos seus domínios, mas a decisão deve estar acordada com o visitante e a federação do clube mandante. Entretanto, nenhum dos confrontos pode ocorrer durante as cinco últimas rodadas do Campeonato Brasileiro.

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