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Com muito dinheiro, país asiático se transformou em protagonista no mercado da bola, superando o europeu

Gil, zagueiro brasileiro do Shandong Luneng
Getty Images
Gil, zagueiro brasileiro do Shandong Luneng


De uns tempos para cá, a China virou o novo pólo futebolístico do mundo. Não pela qualidade ou tradição dos seus clubes, muito longe disso, mas sim pelos gastos astronômicos com contratações e salários, principalmente neste ano de 2016. Nesta semana, por exemplo, o Guangzhou Evergrande anunciou o colombiano Jackson Martínez pela bagatela de 42 milhões de euros - ou R$ 182 milhões.

A negociação do atacante que estava no Atlético de Madri lidera a relação das mais caras do ano em todo planeta, contando também o mercado europeu, seguida pela transferência do brasileiro Ramires, do Chelsea, para o Jiangsu Suning. O clube chinês desembolsou 28 milhões de euros (R$ 121,2 milhões) para ter o ex-cruzeirense em seu elenco.

Juntando apenas as 15 maiores contratações que os times da China fizeram nesta temporada até agora, desde o meio do ano passado - o mercado por lá fecha no fim de fevereiro -, chegamos aos 225,84 milhões de euros - ou o equivalente a R$ 978 milhões, quase chegando à marca de R$ 1 bilhão. Dessas negociações, em seis delas estão envolvidos jogadores brasileiros.

Veja o top 15 chinês de 2015/2016: