Bicampeão mundial de surfe, o paulista Gabriel Medina é a capa GQ Brasil de março, revista dedicada ao corpo masculino, que chega às bancas nesta sexta-feira, 1º de março.

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A publicação conta um pouco da história de Gabriel Medina . Como ele conquistou inúmeros (e inéditos) fãs para o surfe no país do futebol, como superou as derrotas e como foi levar o bicampeonato mundial das águas.

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Divulgação/ vavá ribeiro
Gabriel Medina, aos 25 anos, virou o novo queridinho do Brasil

"O brasileiro é assim mesmo, quer que você ganhe sempre e eu estava perdendo. Foi muito difícil pra mim", lembra o surfista que foi campeão pela primeira vez em 2014. "A verdade é que eu odeio perder! Odeio", confessou Gabriel.

Enquanto os surfistas americanos (californianos e havaianos) têm uma vida low profile, longe dos holofotes, Medina tem aparecido cada vez mais na mídia brasileira e faz sucesso nas redes sociais. Apenas no Instagram, o paulista de 25 anos tem sete milhões de seguidores.

"Nasci aqui [no Brasil ], uso brinco, gosto de ouvir pagode, eu me sinto diferente. Às vezes paro para pensar: minha vida é bem louca mesmo, né? Um dia eu tô aqui em Maresias, fazendo churrasco com meus amigos das antigas, no outro tô num show do Thiaguinho, depois vou num jantar com o Lewis Hamilton, e na outra semana vou estar em Paris, na festa de aniversário do Neymar", comentou o atleta.

E toda essa exposição gera muita cobrança na vida pessoal, o que incomoda. "As pessoas vão falar, não importa o que eu faça. Eu passo o tempo todo treinando, sou muito dedicado e tenho que abrir mão de várias coisas pela minha carreira. Não foi diferente nos anos em que perdi o título. Mas parece que, por ser atleta, eu não posso sair, dar uma volta, me divertir", desabafa.

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Quando está no Brasil, Medina revelou que gosta de treinar no Instituto Gabriel Medina - centro de preparação de alto rendimento para jovens talentos do surfe -, vizinho à sua casa em Maresias, para dar exemplo aos meninos do projeto e, também, para não chegar nas competições apavorado.

"Assisti muito Kelly Slater, Mick Fanning e aprendi que não preciso dar show toda hora. Preciso fazer as notas pra vencer. E depois dar show, claro. Pros gringos deve ser chato, né?", satiriza.

Para ler a entrevista completa de Gabriel Medina a GQ Magazine acesse o site online da publicação ao longo do mês de março.

Na temporada de 2019 da WSL, que começa em abril , Gabriel Medina se junta a outros dez brasileiros na Brazilian Storm, uma geração de surfistas brasileiros que se tornaram atletas de elite do esporte nos últimos anos e atraíram os holofotes na cena internacional (ganhando baterias, títulos e notoriedade).

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