O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, deu entrevista a uma emissora de TV paraguaia, na noite desta segunda-feira, e contou que ordenou investigação a fundo do caso dos passaportes falsos de Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto de Assis.

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Segundo o presidente, ele disse a seu ministro do Interior, Euclides Acevedo: “caia quem cair, temos que saber a verdade”.

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Abdo Benítez também falou que haverá uma auditoria no órgão público que emite os passaportes e as cédulas de identidade no Paraguai. O episódio provocou severa crise entre instituições governamentais, com troca de acusações sobre suas responsabilidades e possíveis crime cometidos por servidores.

Nesta terça-feira, haverá nova audiência do caso e a defesa de Ronaldinho voltará a pedir a prisão domiciliar. O ex-jogador e seu irmão não estarão presentes -- apenas seus advogados participarão.

O fiscal Osmar Legal afirmou que não se opõe à prisão domiciliar, uma vez que ela manteria os dois no país, o que ele considera fundamental para contribuição aos esclarecimentos.

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Um dos responsáveis pelo convite a Ronaldinho, o empresário brasileiro Wilmondes de Souza Lira está detido desde a última quinta-feira, quando foi realizada a operação de busca pelos documentos falsos no hotel onde Ronaldinho e Assis estavam hospedados. Antes em uma prisão comum, ele foi levado para o mesmo local onde o ex-jogador está.

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