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Ídolo do futebol argentino acusa duas de suas filhas de terem enviado dinheiro ao exterior para assim, não declarar o rendimento ao fisco do país

Diego Maradona ao lado das filhas, Dalma (à esquerda) e Giannina (à direita)
Reprodução
Diego Maradona ao lado das filhas, Dalma (à esquerda) e Giannina (à direita)

Diego Maradona está mais uma vez envolvido em caso com a Justiça. Desta vez, o ex-jogador acionou o tribunal e denunciou duas filhas, Dalma (30) e Gianinna (28). Ambas são fruto do relacionamento com Claudia Villafañe, com quem o argentino foi casado de 1984 a 2004 e possui diversos desentendimentos financeiros.

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De acordo com a America TV , Maradona acusou as filhas por evasão de dívidas. "El Diez" alega que elas tenham escondido 1,8 milhão de dólares, quantia equivalente a cerca de R$ 5,7 milhões. A suspeita é de que o dinheiro tenha sido levado ao exterior, mais precisamente ao Uruguai, para assim, não declarar o rendimento ao fisco da Argentina.

Mas o ex-camisa 10 acusa Claudia de usar as duas filhas para o feito. No documento, Dieguito faz um pedido à Justiça de seu país para que consiga com autoridades uruguaias o rastreamento da conta e obtenção das movimentações financeiras da conta das mulheres.

"Em meio às críticas do meu amigo e advogado Matías Morla, eu digo que não vou apagar. Eu sempre dou a cara a bater. Ele luta contra os que me roubaram, seja quem for. Não sei onde está o problema, se eles não têm nada a esconder, que vão ao Tribunal", escreveu Maradona em sua conta do Facebook.

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Caso na Justiça italiana

Recentemente, o ex-jogador argentino foi absolvido no processo em que ele era acusado de difamar a Equitalia, empresa pública que lida com a coleta de impostos que estão em atraso no país.

O ídolo do Nápoli foi considerado inocente sob a justificativa de que "o fato não constitui crime". A mesma alegação serviu para o seu advogado de defesa, Angelo Pisani, que também constava no processo por haver difundido as supostas difamações.

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Em 2012, Maradona foi processado por difamar a Equitalia e o então presidente do órgão Attilio Befera. Na ocasião, o ex-jogador disse, por diversas vezes em entrevistas, que era "vítima de perseguição por parte da Equitalia", que o acusa de usar "documentação falsa e procedimentos irregulares", se referindo ao caso em que é acusado de sonegação de impostos.

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