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Alguns meses antes de matar o jogador, Edison Brittes se passou por policial para roubar um carro, uma moto e uma carreta de um homem

Edison Brittes, assassino confesso do jogador Daniel
Reproduçao TV Globo
Edison Brittes, assassino confesso do jogador Daniel

Edison Brittes , assassino confesso do jogador Daniel e que também é conhecido como "Juninho Riqueza" no Paraná, tem um passado um tanto quanto sombrio. Além de cometer o crime contra o meio-campista de 24 anos de idade, ele também se passava por policial para extorquir pessoas e roubar carros. 

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No ano passado, alguns meses antes de matar Daniel , Edison fingiu ser um policial civil de nome Steve para extorquir um homem, que teve seu carro, uma motocicleta, uma carreta e R$ 3 mil levados após ser ameaçado pelo suspeito.

Em entrevista à "Rede Massa", esse homem que não quis ser identificado, disse que pediu a ajuda de um vizinho, porque tinha adquirido um veículo clonado e precisava resolver a situação. E esse vizinho teria mencionado alguns policiais que poderiam ajudar.

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No dia seguinte, três homens apareceram na casa da vítima e afirmaram ser policiais. Um deles era Edson Brittes. A vítima foi ameaçada e chegou a ser levada para delegacia, tendo que pagar fiança para ser liberada.

Além disso, a vítima teve seu carro, uma moto e uma carreta levados por Edison. Depois, o "policial Steve" ainda enviou diversas mensagens via WhatsApp cobrando mais valores em dinheiro para solucionar o caso, o que nunca aconteceu.

Morte do jogador Daniel: atleta tirou foto com Cris Brittes e mandou para amigo
Reprodução
Morte do jogador Daniel: atleta tirou foto com Cris Brittes e mandou para amigo

Um outro homem que também não quis ser identificado procurou a reportagem da "Rede Massa" e contou uma história parecida. Essa nova vítima tinha uma BMW, foi abordada por Edison Brittes em um shopping - igualmente se passando por policial - e teve seu veículo levado, sob a acusação de que o carro era roubado.

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Edison Brittes está preso por ter confessado a morte de Daniel . A mulher Cristiana e a filha Allana também estão detidas por terem participado do crime, assim como outros quatro suspeitos. Todos os sete responderão pelo assassinato ocorrido na manhã do último dia 27 de outubro, em São José dos Pinhais. 

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