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Pai, mãe e filha foram acusados de homicídio qualificado pela morte do jogador Daniel, encontrado no dia 27 de outubro em São José dos Pinhais

Família Brittes no shopping após a morte de Daniel. Cris e Allana sorriem
Reprodução
Família Brittes no shopping após a morte de Daniel. Cris e Allana sorriem

A irmã mais nova de Cristiana Brittes, mulher do assassino confesso do ex-jogador do São Paulo, Daniel Corrêa, culpou apenas Edison pelo crime, e afirmou que o casal sempre teve uma "vida meio maluca".

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Em entrevista para a "Rede Massa",  a irmã de Cristiana falou sobre os acusados da morte de Daniel : "Eles sempre foram meio malucos, sempre viveram uma vida meio maluca”.

A mulher ainda defendeu Cristiana e sua filha Allana das acusações de participação no crime: “Elas não participaram disso, a gente sabe disso, o maior culpado disso foi o Júnior. Só que elas estão pagando por isso, infelizmente, minha irmã estava há tantos anos com ele, ele sempre foi uma pessoa muito difícil, só que não tem o que fazer”, afirmou.

Ainda segundo ela, Cristiana sempre sofreu com Edison, classificado por ela como um homem "desequilibrado". Sobre a possibilidade do casal ter convidado Daniel para manter relações sexuais com sua irmã, ela afirmou: ”Só eles sabem a verdade”.

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Além de Cristiana, quem também sofreu com Edison foi sua própria mãe, que chegou a registrar boletins de ocorrência no início deste ano para relatar ameaças feitas pelo filho.

De acordo com os boletins, a mãe de Edison Brittes emprestou R$ 165 mil ao filho em outubro de 2014, referente à venda de um imóvel. O dinheiro seria utilizado para que o rapaz pudesse investir em um negócio próprio. 

Os dois teriam combinado que o valor seria pago em até um ano, mas a dívida nunca foi sanada. Quando a mãe de Edison cobrou, ele a ameaçou. O filho xingou a própria mãe com palavras de baixo calão e ainda disse que ela seria "folgada demais e que vive nas costas dos outros".

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Edison Brittes, assassino confesso do jogador Daniel , a mulher Cristiana e a filha Allana estão presos preventivamente. Ambas são suspeitas de presenciar o espancamento do jogador e não reagir, além de coagir testemunhas. Todos os envolvidos até agora serão acusados de homicídio qualificado (crime por motivo fútil).

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