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Assassino confesso do jogador Daniel deu um tapa na cara de Cristiana Brittes, sua mulher, antes de começar a sessão de espancamento no quarto

Edison Brittes, assassino de Daniel, e Cristiana Brittes, sua esposa
Arquivo pessoal/Facebook
Edison Brittes, assassino de Daniel, e Cristiana Brittes, sua esposa

Uma testemunha do assassinato do jogador Daniel , em São José dos Pinhais, no Paraná, deu mais alguns detalhes importantes sobre o que teria acontecido naquela fatídica manhã do dia 27 de outubro.

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Identificada apenas como Evelin, a moça de 19 anos de idade teve um relacionamento com Daniel na noite anterior ao crime. Em seu depoimento à polícia paranaense, ela revelou que Edison Brittes agrediu sua mulher, Cristiana Brittes, antes de matar o atleta.

"Durante o dia, por volta das 14h, a testemunha se levanta e vai até a cozinha. Júnior (como é conhecido Edison Brittes ) e Cristiana se sentam no sofá. Em seguida vêm os demais e se reúnem na sala. Júnior comenta que 'havia matado o gambá' e diz que eu vi ele no quarto com a minha mulher, vocês têm noção disso, eu não ia aguentar ele", diz um trecho do boletim de ocorrência.

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"Relatando Júnior que havia ido ao quarto e a porta estava fechada, o que estranhou, indo até a janela do quarto, onde viu Daniel no quarto, sendo que ele tentou se esconder, e então Júnior entrou no quarto deu tapas no rosto de Cris e começou a agredir Daniel", completa o documento.

Daniel mandou fotos ao lado de Crtistiana Brittes logo após gravar um áudio para amigo
Reprodução
Daniel mandou fotos ao lado de Crtistiana Brittes logo após gravar um áudio para amigo

A testemunha deixou claro que, em nenhum momento, Cris acusou o jogador de estupro. Após a sessão de espancamento, Cris disse para as pessoas na casa não deixarem Edison fazer nada. O assassino ainda questionou a esposa: "Você está defendendo esse vagabundo?".

Evelin disse ainda que Edison mandou que ela, outros convidados, Allana (filha do casal) e Cristiana limpassem o sangue que se espalhou pelo quarto após as agressões. Edison teria pedido uma outra mulher, identificada como Taís, para limpar a parte externa da casa.

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A testemunha contou para polícia que viu Daniel se mexendo antes de sair da casa e ser colocado dentro do veículo, o que indica que ele ainda estaria vivo - confirmando os relatos de outras testemunhas.

Por fim, a jovem ainda relatou que viu um dos convidados, que não foi preso e também não está sendo investidado, indo até a cozinha e pegando a faca usada no crime contra Daniel . "Uma faca grande, lisa, de cortar carne", descreveu

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