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Com gol do argentino, que já havia marcado no jogo de ida, Raposa empata com o Verdão e segue na busca do hexacampeonato; Timão também avança

Ex-jogador do Palmeiras, o argentino Hernán Barcos marcou nos dois jogos do confronto e garantiu o Cruzeiro na final
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Ex-jogador do Palmeiras, o argentino Hernán Barcos marcou nos dois jogos do confronto e garantiu o Cruzeiro na final

Maior campeão da Copa do Brasil ao lado do Grêmio, com cinco títulos no total, e atual detentor do trófeu da competição, o Cruzeiro está novamente na final do torneio. A Raposa, que havia vencido a partida de ida em São Paulo, empatou com  Palmeiras no Mineirão pelo placar de 1x1 e garantiu a vaga na disputa pelo título. O ex-palmeirense Hernán Barcos, que também havia marcado no Allianz Parque, fez o gol do clube mineiro. Felipe Melo empatou para os paulistas.

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O adversário do Cruzeiro na final será o Corinthians, que eliminou o Flamnego em Itaquera após vencer pelo placar de 2x1. Os dois clubes haviam empatado o jogo de ida no Maracanã.

O jogo

Após o revés em casa, o Palmeiras tomou a iniciativa da partida no Mineirão. Apostando nas jogadas pelos lados do campo, a equipe paulista passou os primeiros 15 minutos no campo de ataque, mas insistindo nos cruzamentos diretos para a área. Bem postados, Dedé e Léo levaram vantagem sobre o ataque adversário, que não conseguiu finalizar nenhuma vez contra o gol de Fábio.

O Cruzeiro parecia confortável com a pressão adversária e, aos 26 minutos, abriu o placar num contra ataque mortal: Lucas Silva recebeu no meio de campo e enfiou linda bola para Barcos. O argentino dominou em velocidade, invadiu a grande área, driblou o goleiro Weverton e empurrou para o gol vazio, aumentando a vantagem da Raposa no confronto.

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Logo após o gol, o Palmeiras assustou com Moisés, que pegou sobra após cruzamento na área e obrigou Fábio a fazer boa defesa. A arbitragem, no entanto, já havia marcado impedimento. O mesmo Moisés, aos 39, chutou com força de fora da área, mas viu o goleiro cruzeirense espalmar novamente.

Precisando de dois gols para levar a o confronto para os pênaltis, Felipão fez duas mudanças no intervalo: Guerra e Deyverson entraram nas vagas de Bruno Henrique e Borja. Com apenas quatro minutos, Dudu cobrou escanteio na marca do pênalti e Felipe Melo subiu mais do que Dedé para testar para as redes e empatar a partida.

O gol animou o Palmeiras, que seguiu pressionando, sempre na bola aérea. Percebendo o momento ruim de sua equipe no jogo, Mano Menezes também resolveu mudar. Discreto no jogo, Thiago Neves deixou o campo para a entrada de Bruno Silva. Protagonista do confronto, Barcos também saiu do jogo, dando lugar a Sassá.

Com as mudanças, o time mineiro equilibrou a partida novamente. Aos 20, o Palmeiras assustou com Willian, que ganhou o fundo e bateu cruzado para boa intervenção de Fábio. Depois, foi a vez da Raposa chegar ao ataque: Aos 29, Weverton fez grande defesa após cabeçada firme de Dedé. Três minutos depois, Egídio dominou na intermediária e arriscou de muito longe para nova defesa de Weverton.

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Mais nervoso com a proximidade do fim do jogo, o time do Palmeiras não conseguia contundência nos lances de ataque. Esperto, o Cruzeiro passou a segurar mais a bola, gastando o relógio.

Aos 46 minutos, o zagueiro Antônio Carlos recebeu bola enfiada e dividiu forte com o goleiro Fábio, que acabou ficando com a bola. A jogada gerou desentendimento entre os jogadores dos dois times, que trocaram empurrões. 

Após a confusão, o juiz confirmou oito minutos de acrescímo, revoltando a equipe de Mano Menezes. No abafa e com todos os jogadores no campo de ataque, o Palmeiras era valente, mas a defesa do Cruzeiro  voltou a mostrar competência e garantiu a Raposa em sua segunda final consecutiva.

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