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Abandonada pela torcida, Argentina acende sinal de alerta

Com assentos vazios no Monumental, seleção empatou com a Bolívia pelas eliminatórias e agora precisa vencer a Colômbia

iG São Paulo |

A seleção argentina está preocupada. O empate com a Bolívia por 1 a 1, sexta-feira, em Buenos Aires, manteve a equipe na vice-liderança das eliminatórias para a Copa 2014, mas foi analisado com pessimismo pelos atletas. Além de o adversário ser o mais frágil do torneio, foi o segundo jogo seguido sem vitória da Argentina. O torcedor, nada empolgado, compareceu em pequeno número e deu a impressão de ter abandonado a equipe.

Leia mais: Argentina empata com a Bolívia e decepciona torcida

"Temos que ganhar, sim ou sim. Não podemos deixar escapar nenhum ponto”, sentenciou Lionel Messi, focado na partida de quarta-feira contra a Colômbia, fora de casa, às 19h (de Brasília). “Temos que combater essa sensação de pessimismo e desconfiança. Não devemos ter medo”, afirmou Nicolás Burdisso.

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Se os jogadores estão em alerta, a torcida está abatida. Prova disso é o pequeno público no estádio Monumental de Núñez, que tem capacidade para 63 mil pessoas e recebeu apenas 30 mil. “Eu gostaria de jogar com o estádio cheio. Quem veio se fez sentir presente, mas eu prefiro ver a arquibancada tomada”, disse Messi

Embora cobre apoio dos torcedores, o astro admite que a responsabilidade pelo estádio vazio é do próprio time. “Somos nós que temos que contagiar a torcida para que venha ao jogo”.

EFE
Argentina jogou diante de apenas 30 mil pessoas, num estádio com capacidade para 63 mil

Burdisso, por sua vez, mostrou preocupação com o companheiro Demichelis, que falhou feio no gol boliviano ao perder a bola para Marcelo Moreno na lateral. “É um momento difícil para todos. É hora de o grupo se unir e respaldá-lo”, disse. “Poderia acontecer com qualquer um. Não deveria ser tratado assim”, completou Messi, lamentando as ofensas da torcida.

Messi ainda tentou justificar as falhas da Argentina pelas constantes mudanças no comando do time. Alejandro Sabella é o quarto técnico do selecionado em três anos. “É o início do trabalho, estamos nos adaptando a um novo treinador. Espero que venham os resultados”.

*com agência Reuters

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