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Embaixador paralímpico, garoto britânico vai acompanhar de perto ídolo brasileiro

Após ser diagnosticado com uma doença congênita na parte inferior da perna direita, Rio Woolf teve de enfrentar uma amputação antes dos dois anos de idade. Preocupados com o desenvolvimento do filho, os pais Juliette e Trevor Woolf viram na Paralimpíada de Londres 2012 uma oportunidade de motivá-lo. Com os Jogos em sua cidade natal, Rio acompanhou de perto os atletas que passavam voando pelas raias das pistas de 100m, 200m e 400m nas competições do atletismo. O clima contagiante despertou no garoto o sonho de ser um atleta paralímpico.

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Com sua primeira prótese adaptada para corrida, Rio, que ficava atrás do amigos na escola, passou a batê-los nas pistas de corrida. Um ano após a edição paralímpica de Londres, o garotinho esteve no Brasil a convite do Comitê Organizador Rio 2016 para compartilhar suas histórias vitoriosas na cidade em que inspirou seu nome. Sua relação com o Brasil começou naquele mesmo ano, quando o britânico, na época com cinco anos, repetiu o gesto de comemoração do velocista brasileiro Alan Fonteles após a conquista do recorde do Mundial Paralímpico de Atletismo, disputado em Lyon, na França.

O pequeno Rio imitou o gesto do brasileiro Alan Fonteles
Reprodução Twitter
O pequeno Rio imitou o gesto do brasileiro Alan Fonteles

Nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, ele está de volta ao Brasil, com oito anos e como embaixador paralímpico. Ao lado da mãe, Woolf conduziu a tocha pela ruas do Rio, cidade em que seus pais passaram a lua de mel há 11 anos.

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Rio Woolf, que compete em provas de atletismo mirim, vai acompanhar de perto as disputas dos Jogos do Rio, e especialmente as do velocista brasileiro Alan Fonteles.

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