Tamanho do texto

Angela Magaña e Amanda Cooper se enfrentaram durante UFC 218: Holloway vs. Aldo II no estado norte-americano do Michigan

Angela Magaña ficou com os seios à mostra durante o UFC 218 em Detroit, Michigan (EUA)
Reprodução
Angela Magaña ficou com os seios à mostra durante o UFC 218 em Detroit, Michigan (EUA)

O UFC 218 teve como luta principal a revanche de Max Holloway e José Aldo, já que anteriormente, o norte-americano havia vencido o brasileiro. No entanto, um duelo no card preliminar chamou a atenção dos telespectadores. No primeiro confronto feminino, Angela Magaña enfrentou Amanda Cooper pelo peso-Palha e acabou mostrando mais do que deveria.

LEIA TAMBÉM: Musa da luta nos EUA lança calendário onde aparece nua; veja fotos da beldade

No controle da luta, Cooper jogou Maganã no chão, que, por conta dos movimentos e golpes, ficou com um de seus seios à mostra. De acordo com o jornal The Sun , nem adianta procurar maiores informações ou reprises do ocorrido, pois o UFC removeu 15 segundos do tempo real do primeiro round. 

O árbitro Keith Peterson precisou interromper o duelo para que Angela Magaña se cobrisse e ajeitasse sua roupa. Mas mesmo assim, a lutadora de 34 anos de idade sofreu um nocaute técnico no segundo round. Nas redes sociais, a derrotada agradeceu pela oportunidade de estar em Michigan e reconheceu a campanha da adversária.

LEIA TAMBÉM: Lutadora leva chute brutal no MMA e fica com o rosto desfigurado; veja o golpe

"Eu tive um tempo incrível em Detroit. Amanda foi melhor e mais forte na noite passada. Parabéns UFC 2018 e UFC", escreveu Magaña.

LEIA TAMBÉM: Ex-jogador da NFL vence sua primeira luta de MMA em 32 segundos; assista vídeo

Reclamações e sexismo

Angela Magaña foi derrotada por nocaute técnico, dado pelo árbitro da luta. No entanto, a lutadora utilizou o Twitter para reclamar da interferência e ainda alegou sexismo por parte da intervenção.

"Eu preciso andar no ringue com uma banana no meu shorts e um corte de cabelo e então quem sabe o árbitro vai deixar a luta rolar. Os homens podem bater fora das greves e continuarem sendo atingidos e o juiz não vai impedir até sete tiros depois, quando a experiência da morte estiver perto", escreveu a lutadora do UFC, utilizando as hashtags: "Direitos iguais na luta" e "Deixem as garotas levarem porrada também".

    Leia tudo sobre: luta