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Aos 39 anos de idade, atleta norte-americana aderiu à campanha #MeToo e compartilhou sua história de assédio sexual sofrido por médico

Tara LaRosa, lutadora do UFC
Reprodução
Tara LaRosa, lutadora do UFC

Outra esportista aderiu à campanha #MeToo, (eu também, em inglês), na qual as mulheres compartilham suas experiências de abusos sexuais sofridos. A lutadora Tara LaRosa revelou que sofreu uma tentativa de assédio pelo médico, enquanto fazia exames para poder entrar no ringue de um evento no ano de 2010, o Moosin - God of Martian Arts.

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A revelação foi feita através de sua conta no Twitter. Nas publicações, ela conta que um médico da Comissão Atlética de Massachusetts, nos Estados Unidos, tentou fazer um exame de mama . Indo contra o pedido do profissional, a lutadora ainda foi chantageada: ou deixava ele a tocar, ou não poderia entrar no ringue.

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Leia as revelações de Tara LaRosa:

"Antes do meu segundo duelo contra Roxanne Modafferi no Martian Arts, o médico insistiu em fazer pessoalmente um exame de mama como parte do exame físico pré-luta. Um exame de mama não é feito em nenhum outro estado. Quando protestei, ele disse que eu teria que escolher, ou eu o deixava fazer, ou eu não lutava", escreveu Tara LaRosa .

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Nos regulamentos do evento, não existe nenhum tipo de exame de mama como parte do processo de consultas médicas antes das lutas . Em resposta a um seguidor, Tara ainda explicou o que fez. "Eu tinha 100% de certeza que não fazia parte das regras. O que eu poderia fazer, não lutar porque este cara queria nos sentir? Eu argumentei com ele sobre isso", disse a lutadora.

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