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A morte de Maradona vai ficando cada vez mais próxima de ser esclarecida e a autópsia feita em sue corpo indica um possível erro médico.

Os exames, iniciados uma semana após sua morte, não registraram o uso de drogas ilegais ou álcool, somente a presença de medicamentos psicofármacos, usados contra ansiedade e depressão. Também concluíram que o astro morreu por causa de um "edema agudo de pulmão secundário a insuficiência cardíaca crônica exacerbada" e também apontou uma "cardiomiopatia dilatada" em seu coração.

Entretanto, mesmo com o coração de Maradona pesando 503 gramas, o dobro do normal, nenhum medicamento para combater a doença no órgão foi encontrado. Para piorar, segundo o investigador, Maradona tomava remédios psicofármacos que produzem arritmia, o que não é recomendável para um paciente que tinha problemas cardíacos.

Outro detalhe informado é que "não foi uma morte súbita, mas sim uma grande agonia que durou entre seis e oito horas".

Diante do laudo, os promotores Laura Capra, Come Iribarren e Patricio Ferrari devem agora convocar uma junta médica para tentar comprovar que houve erro e que a morte poderia ter sido evitada.

Vale lembrar que o responsável pelo tratamento foi o neurocirurgião Leopoldo Luque, médico particular de Maradona desde 2016. Foi ele, inclusive, quem fez uma drenagem no cérebro do ex-jogador, poucos dias antes de sua morte .

Após o resultado da autópsia, Gianinna, uma das filhas de Maradona, reagiu com revolta. "Todos os filhos da p... esperando que a autópsia do meu pai tenha drogas, maconha e álcool. Não sou médica, mas ele parecia muito inchado. A voz robótica. Não era sua voz. Estava acontecendo e eu era a louca insana", escreveu.

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