Emiliano Sala faleceu após o avião onde estava cair no Canal da Mancha no dia 21 de janeiro de 2019
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Emiliano Sala faleceu após o avião onde estava cair no Canal da Mancha no dia 21 de janeiro de 2019

O Tribunal de Justiça na Inglaterra condenou dois funcionários de uma empresa de monitoramento por câmeras de segurança pela divulgação ilegal das imagens do corpo de Emiliano Sala, que morreu em janeiro de 2019 em um acidente de avião. Sherry Bray, de 49 anos, diretora da Camera Security Services Limited (CCTV), de Chippenham (Inglaterra), e seu funcionário, Christopher Ashford, de 62, acessaram as fotos da autópsia do jogador do Cardiff na morgue e as divulgaram nas redes sociais.

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Em agosto, Bray admitiu o erro pelo uso indevido de computadores e por ter interferido com a justiça. Ashford também se declarou culpado de uso indevido dos computadores. O juiz Peter Crabtree condenou a diretora da empresa de videovigilância a 14 meses de cadeia e o empregado a cinco meses.

Crabtree acusou a dupla de ter sido movida por "curiosidade mórbida" e por terem abusado dos cargos nos quais trabalhavam. Em comunicado, a irmã do ex-jogador, Romina Sala, afirmou que as ações de Bray e Ashford são "más e perversas".

"Nunca conseguirei apagar essa imagem da minha cabeça. Meu irmão e minha mãe nunca vão esquecer. Para mim, é difícil viver com isso", disse a jovem argentina.

Sala viajava de Nantes, na França, para Cardiff, quando o jatinho caiu no fundo do mar do Canal da Mancha, no dia 21 de janeiro. Seu corpo foi recuperado em 6 de fevereiro e passou por autópsia no dia seguinte, no Bournemouth Borough Mortuary .

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