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Treinador do Milan se pronunciou um dia depois do caso que envolveu o zagueiro Kalidou Koulibaly e defendeu punições aos envolvidos

O treinador do Milan Gennaro Gattuso afirmou nesta quinta-feira que a Itália não é um país racista mesmo depois do zagueiro do Napoli, Kalidou Koulibaly,  ser alvo de racismo em uma partida contra a Inter de Milão.

Gattuso, técnico do Milan, diz não acreditar que a Itália seja um país racista, mesmo após caso de racismo com zagueiro Koulibaly
Divulgação/ACMilan
Gattuso, técnico do Milan, diz não acreditar que a Itália seja um país racista, mesmo após caso de racismo com zagueiro Koulibaly

"Eu não acho que a Itália é um país racista, porque há tantos imigrantes. Mas é certo que o jogo seja suspenso", disse o Gattuso , na TV Milan , em referência ao episódio que aconteceu nesta quarta.

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"Nós não somos a única nação em que esses episódios ocorrem. Na Inglaterra existe uma grande civilização esportiva, mas acho que é hora do futebol parar e de os jogos pararem. A maioria das vezes são quatro idiotas que começam a fazer esses versos", finalizou.

O presidente da Federação Italiana de Futebol (Figc), Gabriele Gravina, por sua vez, afirmou que "não é hora de ser tolerante, é o momento de tolerância zero". Durante entrevista na Rai 2, Gravina ressaltou que o "futebol tem sido vítima duas vezes", mas que o futebol não vai parar no próximo sábado.

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Ídolo do Milan , onde conquistou mais de dez títulos como jogador, Gattuso começou a treinar a equipe Rossonera em 2017, mas ainda não conseguiu engrenar. Atualmente, ocupa a sexta colocação do Campeonato Italiano, com 28 pontos, 22 atrás da líder Juventus.

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