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Andrés Iniesta, jogador do Barcelona

Depois da revista France Football ter se desculpado com Andrés Iniesta por nunca ter entregado o prêmio Bola de Ouro ao jogador, foi a vez de Sergio Ramos falar sobre o meia do Barcelona. O espanhol justificou a falta do galardão do compatriota com uma brincadeira com os apelidos de atletas brasileiros, no diminutivo.

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"Se  Iniesta  se chamasse Andrésinho, teria duas Bolas de Ouro. Somos todos culpados. Valorizamos pouco os de casa e muito os de fora", afirmou Sergio Ramos. O zagueiro do Real Madrid não é o primeiro a fazer referência aos brasileiros. Em 2006, Samuel Eto'o discursou algo parecido depois de perder o prêmio de melhor jogador para Ronaldinho.

"Se eu me chamasse Eto'ozinho, seria cem vezes mais reconhecido", disse o camaronês, que na ocasião, atuava pelo Barcelona . "Não reclamo quando dizem que Samuel Eto'o é o terceiro jogador da Fifa, pois me considero o primeiro. Estou orgulhoso", completou.

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Pedido de desculpas da France Football

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Iniesta é o terceiro colocado do Balon D'Or 2012

Todos os anos, a revista  France Football  entrega o prêmio  Bola de Ouro ao melhor jogador da temporada. Mas desta vez, pediu desculpas a Andrés Iniesta por nunca ter entregado-lhe o galardão. Com o título "Perdão, Iniesta", um editorial da publicação ressaltou a importância do jogador perante a parceria com Lionel Messi no Barcelona.

"É o melhor distribuidor de bolas de todos os tempos. A maior parte de seus contemporâneos complicam vida, mas ele impressiona há 15 dias, simplifica tudo o que faz. O talento de Iniesta é criar o jogo para os outros. Sem ele, Messi teria se fatigado muito mais rápido no Barcelona", escreveu o diretor de redação da  France Football , Pascal Ferré.

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"O Sr. Iniesta demonstrou que é o cérebro e, sem dúvida, o músculo essencial dos campeões fora de série. Seu talento é inventar. Um altruísmo que certamente o privou de um reconhecimento ainda mais majestoso, como foi no Bola de Ouro, que deixou escapar em 2010 (segundo lugar) e 2012 (terceiro). Entre as grandes ausências dos Bola de Ouro, a dele é a mais dolorosa. A menos que uma grande atuação na Rússia permita reparar essa anomalia democrática", completou.


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