Rafael Moura na sulamericana 2010
EFE
Rafael Moura na sulamericana 2010

O atacante Rafael Moura se pronunciou sobre os nove casos de coronavírus no Goiás, que levou ao adiamento da partida contra o São Paulo , marcada para ser disputada no último domingo.

O jogador, que foi um dos infectados, respondeu a um "ataque" feito pelo lateral do São Paulo , Daniel Alves , que classificou o incidente como "inadmissível" e indicou insatisfação sobre a divulgação dos casos terem ocorrido apenas no dia da partida e pelo grande número de resultados positivos na equipe esmeraldina.


Rafael, porém, defendeu as medidas adotadas pelo clube e a postura dos jogadores.

"Somos testados toda semana, usamos máscaras nas dependências do clube, seguimos a cartilha fazendo o trajeto casa/CT, CT/casa já uniformizados e prontos para entrar em campo, após a medição de temperatura e passagem pela cabine de desinfecção na entrada e saída. Infelizmente estamos expostos ao vírus invisível, e pode acontecer com qualquer atleta que está disposto a sair de casa e ir exercer sua profissão e talvez um de nós infectado transmitiu aos demais, entre um teste e outro. Coisa para se refletir a conduta dos testes ou aumentar a proximidade dos mesmos", acrescentou.

Ainda em postagem nas redes sociais, Rafael Moura pediu desculpas públicas ao São Paulo.

"Pedimos desculpas ao São Paulo e a todos atletas, mas foi uma coisa que, repito, fugiu ao controle mesmo com todas as medidas e protocolos seguidos à risca. Em tempo, te falo também que fomos testados na quinta-feira. O teste foi invalidado por erro de armazenagem e testamos novamente na sexta. O resultado saiu hoje, às 9h40. Tentamos a inscrição de novos atletas para que vocês (São Paulo) não perdessem a viagem, mas nos foi negado essa opção", disse.

Apesar de não revelar abertamente os outros infectados, a escalação divulgada antes do adiamento da partida não contava com os titulares Tadeu, Fábio Sanches, David Duarte, Jefferson, Sandro, Ratinho e Keko.

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