
Uma notícia lamentável abalou o mundo do futebol. Na última quarta-feira (5), David Owori, jogador da seleção de Uganda, morreu após ser espancado brutalmente depois de um assalto em Kampala, capital do país africano. O atleta de 27 anos foi atacado pelos criminosos em frente à própria casa.
Capitão do SC Villa, Owori era uma das estrelas mais reconhecidas de Uganda. De acordo com informações publicadas pela imprensa local, a polícia relatou que o jogador foi encontrado inconsciente por pessoas que passavam pela região e foi levado até o hospital mais próximo. Na sequência, David Owori foi encaminhado a outra unidade de saúde, onde teve a morte decretada após não resistir aos ferimentos.
Conforme informou a mídia local, Owori, que atuava como zagueiro, lateral-direito e meio-campista defensivo, teria resistido a uma tentativa de roubo de seu celular. Testemunhas disseram às autoridades que os ladrões atacaram o jogador com pedras de calçamento antes de roubarem os pertences da vítima.
Federação de Futebol de Uganda e SC Villa se manifestaram
A Federação de Futebol de Uganda prestou solidariedade a morte de David Owori, por meio de uma nota. "David não era apenas um jogador de futebol. Era um líder e uma inspiração para uma geração. Como capitão do SC Villa, liderava com coragem, humildade e paixão. Vestindo a camisa da seleção de Uganda, carregava as esperanças de uma nação", publicou a entidade.
Já o último clube do atleta, o SC Villa, cobrou medidas para responsabilizar os criminosos pela morte de seu capitão, lamentando a tragédia.
“O Sports Club Villa apelou às autoridades de segurança e policiais competentes para que investiguem urgentemente e levem à justiça os responsáveis pela trágica morte do capitão do clube, David Owori, que não resistiu aos ferimentos sofridos após um ataque brutal por agressores desconhecidos. Apelamos às agências de segurança e de aplicação da lei competentes para que persigam, prendam e levem à justiça, com urgência, os autores deste crime hediondo.”, disse trecho do comunicado.
A polícia de Kampala afirma que já investiga o crime a fim de identificar e punir os responsáveis pela barbárie. De acordo com a porta-voz Rachel Kawala, a região onde ocorreu o ataque a Owori está isolada para a coleta de provas, além de evidências genéticas.