
Eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 2026, o volante Rodri, campeão do torneio pela Espanha, vem agitando as informações do mercado da bola internacional. De acordo com diferentes atualizações da imprensa europeia, o Barcelona desafiou o Real Madrid e entrou firme na corrida pela contratação do meio-campista de 30 anos nas últimas horas.
Segundo o jornalista Matteo Moretto, Rodri já alcançou um acordo com o Real há dias nos termos contratuais, mas a situação já não é mais tão favorável ao clube merengue, uma vez que o presidente Florentino Pérez não aceitou prosseguir imediatamente com o Manchester City pela negociação do jogador. Diante disso, o Barça chegou de vez na disputa pela contratação do volante, que vê seus companheiros da seleção espanhola tentando convencê-lo a mudar sua decisão rumo à Catalunha.
Ainda conforme o repórter, o Barcelona está pronto para fazer uma "proposta enorme" ao City, deixando a decisão final nas mãos do meio-campista. É estimado que uma transferência imediata de Rodri, que já deixou claro o desejo de retornar à La Liga, custaria algo em torno de 60 a 70 milhões de euros (aproximadamente R$ 354 a 413 milhões).
Rodri e Manchester City possuem vínculo até junho de 2027. Em abril, o clube da Inglaterra enviou uma proposta de renovação, ainda sem resposta por parte do estafe do volante espanhol.
Desbancou Messi

O capitão da Espanha, Rodri, foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá. O volante do Manchester City comandou a Fúria na conquista do bicampeonato mundial, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Além dele, Unai Simón recebeu o prêmio de melhor goleiro da competição. Ele sofreu apenas 1 gol em 8 jogos no torneio. A melhor defesa da Copa ajudou Kylian Mbappé a ser o Chuteira de Ouro do Mundial, já que o rival do francês Lionel Messi não balançou as redes na grande final.
Tiki-taka cultural: 70% dos campeões do mundo jogam La Liga
A Espanha se tornou campeã do mundo pela segunda vez na história com a sua marca registrada de jogar futebol. A final contra a Argentina foi a cereja do bolo de uma campanha autoral e quase impecável: a equipe de Luis de La Fuente, que levou apenas 1 gol em todo torneio, controlou a partida do início ao fim com a bola nos pés em 65% do tempo. A conquista mostrou que o estilo de jogo desenvolvido na Espanha nunca saiu de moda.