Caboclo é suspenso da CBF
Lucas Figueiredo/CBF
Caboclo é suspenso da CBF

A Assembleia Geral da CBF, formada pelos 27 presidentes das federações estaduais, aprovou o afastamento de Rogério Caboclo da presidência da entidade. Ele respondeu a uma acusação de assédio sexual contra uma funcionária no Conselho de Ética,  que sugeriu o afastamento dele por 21 meses.

Para que sanção fosse confirmada, era preciso a anuência da assembleia. Para se livrar da punição, Caboclo  (veja na galeria abaixo fotos) precisaria de sete votos. Entretanto, ele não conseguiu nenhum e seu afastamento foi aprovado por unanimidade. Ele ainda pode recorrer ao Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CMBA).


Mesmo que ele se saísse vitorioso, ainda assim, não poderia retornar ao cargo. Está em vigor uma determinação do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro que o afastou do cargo por um ano, até setembro de 2022. Ele também está impedido de entrar na CBF.

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Nesta quarta-feira pela manhã, Caboclo enviou uma carta aos presidentes de federações em que voltou a afirmar que é vítima de um golpe orquestrado por Marco Polo Del Nero, ex-presidente da CBF, de quem ele era pupilo e hoje é desafeto. 

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E o que acontece agora?

Por ora, a CBF continua como está: sob o comando provisório de Ednaldo Rodrigues. Como o afastamento de Rogério Caboclo não contempla todo o seu mandato — ele retorna um mês antes dele terminar — não há a necessidade do interino convocar novas eleições, como determina o Estatuto da CBF.

Entretanto, dentro da CBF, a expectativa é que Caboclo, será sim, afastado definitivamente em breve. Ele ainda responde a duas outras denúncias na Comissão de Ética da CBF. Também por ter assediado funcionárias sexual e moralmente. Ele nega as acusações.

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