Deyverson
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Deyverson

Além de apontar uma recusa do Palmeiras por Bruno Henrique, do Flamengo , o ex-diretor de futebol do alviverde Alexandre Mattos revelou, em live ao "Canal Amici 1914", que o clube paulista teve uma proposta astronômica para vender Deyverson, atualmente emprestado ao Deportivo Alavés, em 2019, porém, o atacante recusou.

Segundo o dirigente, na época o jogador recebeu uma oferta do Shenzen FC, da China, que renderia milhões, mas que acabou descartada a pedido do atleta. "Saímos da reunião com 12,5 milhões de euros assinados pelo Palmeiras e pelo clube chinês. O Deyverson receberia cinco milhões de euros por ano. Ele recusou. Eu quis bater a cabeça na parede", declarou Mattos.

Segundo informações, a oferta renderia R$ 56 milhões ao Alviverde, enquanto Deyverson receberia um salário anual de R$ 22,5 milhões, ou seja, um ganho mensal de R$ 1,87 milhão.

Em nota oficial, porém, a C2 Sports, que cuida da carreira do atacante, confirmou a proposta, mas explicou os motivos da recusa. "O atacante não aceitou a oferta do Shenzen FC, da China, por pedido do técnico Luiz Felipe Scolari. O treinador fez um pedido expresso e direto ao atleta para que continuasse no clube e deixou claro que era contra a venda do jogador, considerando que era uma peça fundamental para a temporada após a conquista do título brasileiro, além de estar pensando na importância do jogador na campanha na Libertadores de 2019", afirma o texto.

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Além disso, os responsáveis pela carreira do jogador negam que "foram notificados pelo clube sobre a obrigatoriedade da venda" e que o jogador respeitou o pedido do treinador "por ser grato e por tudo que o técnico o proporcionou na jornada do título brasileiro do Palmeiras".

"A diretoria não procurou Felipão e também não alinhou nenhuma estratégia de venda, ficando Deyverson a vontade para permanecer por todo carinho que construiu pelo clube", afirma.

Por fim, o staff também deixa claro que era a favor da venda e que o atacante  acabou "contrariando seus representantes, que viam a venda como uma boa oportunidade financeira e profissional ao atleta". 

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