Corinthians ainda deve para Caixa referente ao estádio em Itaquera
Reprodução / Corinthians
Corinthians ainda deve para Caixa referente ao estádio em Itaquera

Recentemente, a  Caixa Econômica Federal executou uma dívida de cerca de R$ 500 milhões junto ao Corinthians, referente ao pagamento do estádio, em Itaquera, entregue em 2014.

E, de acordo com o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo , as notícias atuais sobre essa dívida são boas: as negociações entre a Caixa e o Corinthians estão praticamente concluídas.

Segundo o jornalista, um resumo do negócio deverá ser anunciado oficialmente ainda este mês. Mas, pelo que tudo indica, o clube paulista conseguiu renegociar sua dívida com a Caixa, com o alongamento das parcelas devidas.

Quando o banco executou a dívida, o Corinthians informou que negociava um refilhamento do financiamento do empréstimo para a construção da arena com o banco estatal desde o início da gestão do presidente Andrés Sanchez , em fevereiro do ano passado, mas não havia chegado a um acordo por conta do próprio banco.

O clube ainda alegou que cumpriu todas as exigências da Caixa e não se omitiu da dívida. 

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"O Corinthians nunca negou a dívida com a Caixa . Tínhamos um acordo apalavrado com a diretoria da Caixa e estávamos cumprindo isso. Estávamos conversando todo os meses com a Caixa e isso nos pegou de surpresa. O Corinthians deve e vai pagar", cravou o presidente alvinegro.

No acordo inicial costurado com a Caixa, durante a temporada do futebol brasileiro (março a outubro) o Corinthians paga mensalmente parcelas de R$ 5,7 milhões ao banco. Em novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, o clube paga R$ 2,5 milhões já que o fluxo de caixa é menor devido às férias e a realização de menos jogos em Itaquera. 

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Segundo Andrés Sanchez, o Corinthians tinha duas parcelas em atraso. Um dos motivos para isso foi a paralisação do calendário do futebol nacional para a disputa da Copa América, nos meses de junho e julho. O clube havia notificado o banco do problema ao banco antes mesmo de receber a competição internacional em sua arena. 

"Tínhamos um acordo verbal. Continuamos conversando e pedimos permissão para atuar na Copa América e, de repente, fomos pegos de surpresa", finalizou o mandatário do Corinthians .

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