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Time carioca pega o Goiás na noite deste domingo (28) com a mesma base que venceu na Copa do Brasil e tem Pedro como opção no banco de reservas

IstoÉ

paulo henrique ganso
Marcelo Gonçalves/Agência O Dia
O Fluminense segue sem o meia Paulo Henrique Ganso, machucado, mas terá o artilheiro Pedro no banco de reservas

Sem tempo para treinar, o técnico Fernando Diniz fez a opção de priorizar a recuperação física de seus jogadores para o confronto deste domingo (28) contra o Goiás, às 19h, no Maracanã, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O time vai continuar sem o meia Paulo Henrique Ganso, machucado, mas terá o artilheiro Pedro no banco de reservas, com grandes chances de entrar no segundo tempo.

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A verdade é que, além do desgaste físico pelo jogo e pela viagem, o Fluminense também se desgastou além do esperado para garantir sua vaga na próxima fase da Copa do Brasil no Arruda, no Recife, na última quinta-feira (5). Depois de perder o jogo por 2 a 0, teve que definir sua vaga nos pênaltis, ganhando por 3 a 2.

“A gente esperava manter a vantagem inicial, mas não jogamos bem e poderíamos ter sofrido mais gols”, admitiu o goleiro Rodolfo. Ele defendeu duas cobranças, viu outra passar por cima do seu travessão e acabou sendo decisivo para a vaga que valeu um prêmio de R$ 2,5 milhões ao clube.

O técnico Fernando Diniz mantém o foco na estreia diante do Goiás, alertando que “podemos até mudar alguma peça desde que alguém reclame de dores ou de lesão”. O grupo ganhou folga na sexta (26) e só fez um treino leve no sábado (27). Mas Diniz já adiantou que pretende manter a mesma base que avançou na Copa do Brasil.

O polivalente meio-campista Caio Henrique reclamou de dores musculares, mas está praticamente confirmado. Sem Ganso, a sua vaga continua com Allan. Jogando em casa e com o apoio da torcida, a expectativa é de um time ofensivo com as presenças no ataque de Everaldo, Luciano e Yony González. Quem não for bem, deve ser substituído no segundo tempo com a quase certa entrada de Pedro.

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A ideia é ir usando  Pedro aos poucos para recuperar ritmo de jogo sem correr riscos de sofrer alguma lesão muscular, comum para quem ficou tanto tempo – oito meses – sem jogar, após realizar uma cirurgia no joelho direito. Mas já teve o gostinho de marcar um gol no Recife, acertando um dos pênaltis. “Fiquei contente só de ver a bola balançar as redes, além de muita alegria de poder fazer o que eu gosto, que é jogar futebol”, disse.

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