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Para o treinador, o Santos perde força quando joga no Pacaembu e quer o clássico contra o Corinthians na Vila. Clube já pensa em reforços para 2019

Carlos Sánchez marcou seu primeiro gol com a camisa do Santos
Reprodução / Ivan Storti - Santos F.C
Carlos Sánchez marcou seu primeiro gol com a camisa do Santos

O Santos está vivo na busca por vaga na Libertadores da América. Esse é o discurso do técnico Cuca após a vitória sobre o Atlético Paranaense, 1 a 0, na Vila Belmiro.

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A distância do Santos para o G6 agora é de nove pontos, e o peixe segue lutando na única competição que tem pela frente.

“O mais importante era ganhar. Não ganhávamos há três jogos, olhávamos para baixo, corríamos risco, e víamos pessoal se afastando. E nesse ano o sétimo e quem sabe mais vão para a Libertadores. Nossa briga também seria em cima. Agora, olhando, fomos a 36 e a um ponto do Cruzeiro. Isso nos leva a pensar em algo grande no campeonato, sem pensar atrás”, disse mais aliviado o técnico Cuca.

Mesmo lutando pela meta, Cuca fala em adiantar o planejamento para 2019. O treinador do Peixe não quer ter desvantagem na busca por reforços pensando na próxima temporada.

“Não está atrasado, mas não está adiantado. Se começarmos a fazer logo, estará dentro da necessidade de quem chega primeiro e bebe-se água mais limpa. No final do ano, são leilões e dificilmente ganharemos as brigas. O momento é agora, poderíamos começar dentro do campeonato a pensar no ano que vem, é profissionalismo e obrigação. É deixar encaminhado. Depois tem férias e tudo mais”, explicou o comandante.

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Santos x Corinthians na Vila Belmiro

Cuca técnico do Santos
Ivan Storti/Santos FC
Cuca técnico do Santos

Comissão técnica e jogadores já decidiram o que pode ser o diferencial do Santos na sequencia do Brasileirão: a Vila Belmiro. E o treinador disse que o clássico contra o Corinthians, dia 13, às 19 horas, a princípio marcado para o Pacaembu.

“Conversamos com o presidente há alguns dias. Sabemos da força em São Paulo, torcida muito maior, ninguém quer dividir o Santos em dois, apenas tecnicamente falando, nós nos sentimos mais fortalecidos em casa. Que adversário desça a serra, venha na espiritualidade da Vila. É opinião da comissão e de todos os jogadores, mas quem manda é o presidente”, disse Cuca.

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“Estamos no nosso habitat, concentramos a 5 minutos, no clima, sabemos do campo, torcida, família. Adversário viaja, pega comboio, entra nessa espiritualidade e é importantíssima. Pequenos fatores fazem diferença. É diferente de viajar, pegar hotel em SP, esperar o dia inteiro, vai ao Pacaembu onde nunca treina e às vezes joga. Por isso não jogamos tão bem lá quanto aqui. Temos que jogar às vezes lá, é minha opinião, mas clássico tem que ser na Vila, a não ser por necessidade ou outra e somos funcionários e vamos acatar”, finalizou o ténico do Santos .

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