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Em 1977, José Teixeira foi o preparador físico do Timão na quebra de jejum de 22 anos sem título; no ano seguinte, foi eleito o treinador da equipe

José Teixeira, ex-treinador e ex-preparador físico do Corinthians
Reprodução
José Teixeira, ex-treinador e ex-preparador físico do Corinthians

O ex-treinador do Corinthians, José Teixeira, faleceu nesta última sexta-feira (13), na cidade de São Paulo. Aos 82 anos de idade, ele foi preparador físico do clube durante a conquista do Campeonato Paulista de 1977, após o jejum de 22 anos sem conquistas de títulos. A causa da morte , no entanto, não foi revelada.

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José Teixeira deu nome ao vestiário da comissão técnica do Corinthians na Arena atual da equipe. Ele, inclusive, chegou a escrever em 2005 um livro sobre o jejum do time: "A história de um tabu que durou 22 anos". O velório e o enterro vão acontecer neste sábado (14), no cemitério Quarta Parada, em São Paulo.

Foram quatro passagens como treinador interino até em 1978, assumir de maneira efetiva o comando da equipe do Timão. O cargo foi exercido durante uma temporada. No total, durante as cinco oportunidades como técnico, foram 118 jogos à frente do clube, com 54 vitórias, 44 empates e 20 derrotas.

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Luto

"O Sport Club Corinthians Paulista informa com pesar o falecimento de José de Souza Teixeira , preparador físico do Timão na inesquecível campanha do Campeonato Paulista de 1977, e técnico do Alvinegro em 118 partidas, entre 1965 e 1979, com 54 vitórias, 44 empates e 20 derrotas.

A relação entre Corinthians e Teixeira teve início em 1965, quando o especialista em educação física passou a integrar a comissão técnica de Osvaldo Brandão como preparador. Teixeira, porém, não foi mero coadjuvante. Estudioso e um dos poucos profissionais graduados no meio do futebol , propôs aos caciques de sua época aquilo que imaginava ser a solução para o fim do jejum que perseguia o torcedor corinthiano, como detalhou ao Meu Timão em entrevista recente.

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A carreira do professor, embora repleta de títulos por outras equipes nacionais e internacionais, está diretamente ligada ao Timão e a 1977. Do banco de reservas, ele viu Basílio estufar as redes da Ponte Preta e colocar ponto final em um tabu que resistia há 22 anos, oito meses e seis dias", escreveu o Corinthians em nota.

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