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Moacir Bianchi foi assassinado em uma rua do bairro do Ipiranga no mês de março

Morte de Moacir Bianchi, que foi um dos fundadores da Mancha Verde, aconteceu em março
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Morte de Moacir Bianchi, que foi um dos fundadores da Mancha Verde, aconteceu em março

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou à Justiça três homens que são os principais suspeitos de envolvimento na morte de Moacir Bianchi , um dos fundadores da torcida Mancha Verde, principal organizada do Palmeiras - e que hoje é conhecida como Mancha Alviverde.

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As informações são do "Estadão". A morte de Moacir foi em uma emboscada armada no bairro do Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo, em março deste ano, após um desentendimento durante reunião realizada na sede da entidade. A vítima teve o seu carro fechado por outro veículo em um semáforo e levou mais de 20 tiros.

O promotor de Justiça Tomás Busnardo Ramadan, que atua no Tribunal do Júri da Capital, apresentou denúncia contra Marcello Ventola, o "Marcelinho", Rafael Martins da Silva, o "Zequinha", e Alan Rodrigues Hernandes, todos por homicídio triplamente qualificado. 

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Segundo o MP, Marcelinho foi quem desceu do carro e é apontado como o autor dos disparos, enquanto os outros dois foram participantes do crime. Os três já estavam presos temporariamente e agora passar a cumprir prisão preventiva.

A denúncia veio depois de seis meses de investigação sobre as causas do crime. O trabalho de apuração levou em conta depoimentos de testemunhas e imagens das câmeras de segurança da rua e de imóveis do local.

O crime

Moacir foi morto com 22 tiros em emboscado no bairro do Ipiranga, Zona Sul da capital paulista, mais precisamente na Avenida Presidente Wilson. Horas antes do assassinato , o palmeirense esteve na sede da organizada para uma reunião de cúpula, onde seria decidido o destino da torcida.

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O presidente da Mancha Alviverde, Anderson Nigro, conhecido como Nando, prestou depoimento no dia seguinte ao crime, mas foi liberado. Não foi comprovado qualquer envolvimento com a morte de Moacir Bianchi e com a facção criminosa PCC. Entretanto, a polícia sempre trabalhou com a hipótese de que o possível mandante do crime teria vínculo com a diretoria da uniformizada do Palmeiras .

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