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Dunga contou estratégias criadas por empresários e jogadores na tentativa de pressionarem as escalações na seleção brasileira de futebol

Dunga foi treinador da seleção de futebol do Brasil pela primeira vez em 2006
Reprodução
Dunga foi treinador da seleção de futebol do Brasil pela primeira vez em 2006

Capitão da seleção brasileira na conquista do tetra da Copa do Mundo de 1994, Carlos Caetano Bledorn Verri, o Dunga, foi nomeado técnico da equipe 12 anos depois, em 2006. Sob o comando do time nacional, conquistou ainda a Copa América em 2007 e a Copa das Confederações em 2009.

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Sua primeira passagem na comissão técnica da seleção durou até julho de 2010, dois dias após a eliminação da Copa na África do Sul. Mas quatro anos depois, voltou ao cargo como substituto de Luiz Felipe Scolari, permanecendo até 2016. Por anos como técnico da equipe brasileira, Dunga então revelou os mecanismos criados por empresários e jogadores na tentativa de pressionar escalações.

“A pressão dos empresários você não vê. A imprensa acha que usa, mas ela é usada para fazer a pressão sobre certos jogadores”, disse o ex-técnico da seleção ao programa "Amaury Jr.". Sem mencionar nomes, Dunga ainda conta um caso que aconteceu enquanto estava sob o comando da equipe.

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“Tinha um jogador em 2010 que era muito interessante. Ele colocava toda hora os lances dele na televisão e o público ficava fascinado, porque realmente eram fantásticos, só que eram de 8 anos atrás, não eram o lance daquele momento. Até que eu parava e pensava que não estava vendo esse cara jogar tudo isso. Ai depois de um certo tempo, você percebe que as imagens eram com outra camisa e, que eram de 8 anos atrás, e não do time atual. O publico vê tanta repetição que acaba confundindo porque ele é um torcedor, não é um técnico que analisa cada detalhe", disse o treinador .

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Recorde com a seleção

Foi justamente sob o comando de Dunga que a seleção brasileira completou o número recorde de mais partidas sem perder. Com o total de 17 vitórias seguidas, o feito aconteceu em 2008 e quebrou a marca que até então pertencia a Carlos Alberto Parreira, obtida entre 2003 e 2004

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