Tamanho do texto

Clube soltou um comunicado oficial em seu site, assinado por Eurico Miranda

O técnico Cristóvão Borges não é mais o treinador do Vasco. O comandante não resistiu à eliminação do time carioca na Copa do Brasil diante do Vitória, ainda na terceira fase da competição, e foi demitido pela diretoria cruzmaltina, que deverá procurar um substituto nos próximos dias.

Leia também: Goleiro Bruno, Boa Esporte e a imagem do futebol. Vale a pena o risco?

Cristóvão Borges foi demitido do comando do Vasco
Flickr oficial do Vasco
Cristóvão Borges foi demitido do comando do Vasco

"A direção do Club de Regatas Vasco da Gama comunica a saída do treinador Cristóvão Borges a partir desta sexta-feira (17/03). O clube agradece os serviços prestados pelo profissional, que sempre trabalhou com dedicação", diz o comunicado oficial assinado pelo presidente Eurico Miranda.

Leia também: Chapecoense revela que só recebeu ajuda de Barcelona e Roma no exterior

Depois de fracassar nos comandos de Atlético-PR e Corinthians em 2016, Cristóvão acertou seu retorno ao Vasco em novembro do ano passado, substituindo Jorginho. A sua segunda passagem como treinador do clube carioca durou apenas 14 jogos oficiais, com sete vitórias, dois empates e cinco derrotas - 59,2% de aproveitamento.

Situação insustentável

Logo depois de ser eliminado da Copa do Brasil, o então treinador vascaíno concedeu entrevista coletiva no Barradão, em Salvador, e se mostrou tranquilo com a possível demissão. "Não conversei com ninguém sobre demissão. Nosso vice-presidente estava no vestiário e conversamos normalmente. Essa pressão é normal. Não é de hoje nem da temporada. Sabemos que o clube precisa de resultados sólidos e nosso trabalho é voltado para isso. Jogando em casa, tínhamos que fazer o resultado, mas não aproveitamos e logicamente ficou mais difícil", disse Cristóvão.

Leia também: Douglas Costa sofre lesão no Bayern e é cortado da seleção brasileira

"Sigo motivado porque eu não olho só o momento. Estou triste e chateado como o torcedor. Temos consciência de que temos que dar resultado e isso não tem acontecido. Estamos trabalhando para que venha o mais rápido possível", avaliou o comandante.

Quando quesitonado sobre a impaciência da torcida cruzmaltina, ele disse: "Estamos convivendo com isso. Eu já sabia antes de estar aqui, pois estava acompanhando as últimas temporadas do Vasco. Não temos o direito de pedir paciência à torcida, pois não estamos dando resultados. Temos que trabalhar, porque, quando eles vierem, naturalmente a compreensão será outra".

    Leia tudo sobre: futebol