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Mick Schumacher, filho mais novo de Michael Schumacher com Corinna Betsch, é piloto da Fórmula 3 e segue o legado deixado pelo pai no esporte

Mick Schumacher pilota a Benetton B194 em Spa-Francorchamps, na Bélgica
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Mick Schumacher pilota a Benetton B194 em Spa-Francorchamps, na Bélgica

Neste último domingo (27), antes do início do GP da Bélgica, o piloto Mick Schumacher, filho do heptacampeão mundial de Fórmula 1 , dirigiu o carro do pai. Como forma de homenagear a primeira vitória de Michael em um Grand Prix, ali em Spa-Francorchamps, no ano de 1992, o filho dirigiu a Benetton B194, na qual o pai conquistou o título mundial de 1994.

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Com um capacete especial, o filho afirmou que a experiência foi "ótima". "Eu estou muito feliz em ter feito isso", disse à "BBC" o Schumacher que corre a Fórmula 3 e segue os legados do piloto afastado do esporte desde 2013, por conta de um acidente. "Foi um prazer ter dirigido e foi muito emocionante, divertido e incrível. Há muita história nele e eu estou muito contente em poder ter dirigido", completou Mick.

Estado de saúde de Michael Schumacher é desconhecido desde acidente em 2013
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Estado de saúde de Michael Schumacher é desconhecido desde acidente em 2013

Embora tivesse apenas sete anos de idade quando Michael Schumacher se aposentou pela primeira vez em 2006, Mick se lembra da carreira do pai. "Eu aprendi muito com ele. Eu sempre olho para trás e é muito bom ver o que ele conqusitou e todas as suas coisas", disse o filho, hoje com 18 anos.

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A volta da Benetton à pista belga emocionou também a platéia, que aplaudiu o filho do piloto alemão de pé. Nas redes sociais, a Fórmula 1 compartilhou o momento no qual Mick entra no carro.





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O acidente

Michael Schumacher sofreu o grave acidente enquanto esquiava nos Alpes Franceses, mais precisamente na estação de Méribel. O ex-piloto bateu com a cabeça em uma pedra e sofreu um grave traumatismo craniano, sendo resgatado de helicóptero e levado com urgência para o centro médico de Moutier. Em seguida, foi encaminhado ao Hospital de Grenoble, onde seria submetido a cirurgia no cérebro e permaneceria em coma por vários meses. Desde setembro de 2014, a família o levou para casa, onde ele recebe acompanhamento e tratamento 24 horas por dia. 

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