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Uma van da scuderia foi abordada por criminosos, que roubaram "itens valiosos", de acordo com a assessoria de imprensa

Lewis Hamilton reclamou do assalto à van da Mercedes, sua equipe na Fórmula 1
Reprodução / Mercedes / F1
Lewis Hamilton reclamou do assalto à van da Mercedes, sua equipe na Fórmula 1

Uma van que levava membros da equipe da Mercedes foi assaltada na noite de sexta-feira na saída do Autódromo de Interlagos, em São Paulo, após os dois primeiros treinos livres para o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 .

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O veículo foi abordado por criminosos, que roubaram "itens valiosos", de acordo com a assessoria de imprensa da Mercedes , a qual preferiu não revelar quais seriam os objetos.

O piloto Lewis Hamilton, campeão desta temporada, reclamou do episódio no Twitter, comentando que os bandidos estavam armados e que essas coisas "acontecem todo ano" no GP do Brasil.

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"Isso é tão triste de ouvir. Por favor, rezem pelos meus colegas que estão aqui hoje como profissionais, ainda que abalados", disse o britânico. Em um segundo post, ele relatou: "Isso acontece todo ano aqui. F1 e as equipes precisam fazer algo a mais, não há desculpas!".

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Até o momento, não há relato de feridos no assalto e a polícia não foi acionada. Neste sábado, as vans da Mercedes receberam escolta policial no trajeto do hotel até o Autódromo de Interlagos.

Investigação

Conforme mostram os documentos revelados pelo Paradise Papers , Lewis Hamilton é suspeito de ter feito manobras financeiras em paraísos fiscais. O tetracampeão de Fórmula 1 teria assim feito, para não pagar impostos sobre a compra de um jatinho no ano de 2013.

De acordo com os documentos, o piloto da Mercedes teria evitado pagar 3,3 milhões de libras, valor equivalente a R$ 14,2 milhões. A quantia representa parte da compra da aeronave modelo Bombardier CL605 Challenger, que está avaliada em 16,5 milhões de libras, cerca de R$ 71 milhões.


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