Em entrevista exclusiva ao iG, Layla El falou sobre a vida como Diva do WWE e sobre os treinamentos com homens para as lutas

A luta livre profissional não é lugar somente para gigantes mal-encarados se atacando dentro do ringue. A modalidade também conta com uma série de beldades responsáveis por fazer a festa do público masculino. E apesar de ser uma das lutadoras mais desejadas da liga WWE, Layla El disse que ainda não encontrou o par perfeito e que adoraria ter a chance de fazer isso no carnaval verde-amarelo.

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Em entrevista exclusiva ao iG , a musa americana de 35 anos revelou ter interesse pelos homens brasileiros e que um de seus sonhos é visitar o país, seja em algum evento de luta livre no futuro ou durante as férias.

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“Nunca fui, mas sempre quis ir. Conheço muitos brasileiros, pois já morei em Miami e sei que vocês são bem agitados. Também quero ir para lá, pois as pessoas são todas bacanas e atraentes. Nunca conheci um brasileiro que não fosse atraente, vocês são lindos. Gostaria muito de ir no carnaval, quem sabe não conheço alguém por lá”, comentou a Diva – como são chamadas as lutadoras.

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A ex-campeã do WWE também comentou a respeito do seu treinamento para os combates e sobre a rotina apertada em meio aos shows de luta livre ao redor do mundo, e com direito a até 20 performances por mês.

Layla El, musa do WWE
Divulgação
Layla El, musa do WWE

Confira os principais trechos da entrevista:

iG: Como você se tornou uma lutadora do WWE? Por que escolheu essa profissão?

Layla El: Caiu no meu colo para falar a verdade. Uma amiga me avisou que eles estavam à procura de garotas e eu mandei um e-mail sem grande interesse. Mas depois me ligaram e eu não acreditei. Ainda fiquei na dúvida se fazia o teste, mas acabei fazendo e desde então tudo aconteceu muito rápido e deu certo. Foi a melhor escolha que eu poderia ter tomado.

iG: Mas você sempre foi uma fã de lutas? Acompanha desde criança?

Layla El: Honestamente, não gostava muito antes. Minha mãe adorava luta livre e eu assistia às vezes, mas não era uma grande fã. Mas quando eu entrei no ringue me apaixonei, depois que eu comecei a conhecer de verdade. Talvez eu já estivesse destinada a isso e não sabia. Não sabia onde estava me metendo, acho que ninguém desta área sabe no começo. Mas agora eu sei que posso fazer qualquer coisa depois deste trabalho.

iG: Os lutadores do WWE têm um calendário muito apertado, às vezes com mais de 20 shows por mês, fora os treinamentos. Como você encontra tempo para si mesma e para fazer as coisas que gosta?

Layla El: Nosso roteiro sempre é muito apertado. Fazemos shows e existem também as tours internacionais e em várias cidades dos Estados Unidos. Normalmente, eu consigo me livrar da rotina às terças-feiras para ficar com meus amigos ou simplesmente dormir. Agora, eu simplesmente não tenho tempo para uma vida pessoal.

iG: Então você não tem tempo nem para sair e conhecer pretendentes?

Layla El: É difícil. Que cara vai realmente compreender este meu trabalho. Eu vejo isso apesar como se não tivesse conhecido a pessoa certa. Para sair comigo, ele teria que entender minhas obrigações profissionais, rotinas... Agora, não sei se existem muitos caras por ai dessa maneira. Como eu disse, ainda não conheci a pessoa certa.

Layla El (de verde) em ação no ringue
Divulgação
Layla El (de verde) em ação no ringue

iG: Você treina e pratica os movimentos da luta livre normalmente com outros homens?

Layla El: Com homens e mulheres. Meu treinador é homem, então eu acabo lutando muito com ele. Antigamente, eu praticava mais com homens, mas eu tive uma lesão séria no meu joelho (mostrando uma grande cicatriz) no treino e fiquei com medo. Tive que ficar afastada por um ano inteiro para fazer duas cirurgias. Tudo está bem agora, ainda bem. É algo horrível, dói muito, mas estou bem de novo.

iG: Já escolheu o que planeja fazer quando se aposentar da luta livre?

Layla El: Sei que os brasileiros são muito bons no jiu-jitsu. Eu até comecei a treinar um pouco. Já fui também em algumas lutas de MMA. Não é que eu não gosto delas, é que... Não gosto quando os juízes não param. Acho que é divertido, mas não gosto de ver ninguém sofrendo, sou muito sensível a isso. Eu até assisto, mas fico cobrindo meus olhos. Acho que é um esporte muito bonito em sua essência, mas odeio quando as pessoas ficam machucadas, sou como um bebê.

iG: Você já foi ao Brasil? Planeja visitar o país em algum evento do WWE?

Layla El: Nunca fui, mas sempre quis ir. Conheço muitos brasileiros, pois já morei em Miami e sei que vocês são bem agitados. Também quero ir para lá, pois as pessoas são todas bacanas e atraentes. Nunca conheci um brasileiro que não fosse atraente, vocês são lindos. Gostaria muito de ir no carnaval, quem sabe não conheço alguém por lá.

iG: Algum fã já passou dos limites com você? Já precisou usar algum golpe de luta livre com algum espertinho?

Layla El: A segurança é bem rígida e nunca chegaram a me encostar ou coisa assim. Já recebi algumas mensagens pesadas no celular, mas foi isso. Alguns fãs já tentaram me agarrar, mas os seguranças não deixaram. É claro que se precisasse me defender, com certeza eu faria. Mas acho que não usaria um golpe de luta livre, faria algo mais forte.

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