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Central afirmou que todo jogo da competição é uma final e que a seleção brasileira não pode perder oportunidades para fazer uma boa campanha

Falta pouco para a estreia da seleção brasileira feminina de vôlei no Campeonato Mundial. Na madrugada deste sábado, em Hamamatsu, no Japão, a equipe comandada por José Roberto Guimarães entrará em quadra para enfrentar Porto Rico, na estreia pelo grupo D da competição. Apesar da pouca tradição das porto-riquenhas, a central Thaísa, única remanescente entre as bicampeãs olímpicas, garante que o time brasileiro não pode pensar em favoritismo.

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Thaísa sobre Mundial de vôlei feminino: “Não podemos cair em armadilhas
Wander Roberto/InovaFoto/CBV
Thaísa sobre Mundial de vôlei feminino: “Não podemos cair em armadilhas"

“Mundial não tem isso. É aí que moram as armadilhas e não podemos cair nelas. Temos que pensar que todos os times são perigosos e nos preparar para isso. Preparação e foco total em todas as partidas. Não podemos perder oportunidades. Mundial é cada jogo uma final. Tem que encarar dessa forma”, ressaltou Thaísa .

E a jogadora tem bastante experiência quando o assunto é Mundial. Afinal, ela fez parte da equipe no vice-campeonato em 2010, no Japão, e da campanha do bronze na Itália, em 2014. Em sua terceira participação, ela mostra-se surpresa com o período de aclimatação na cidade de Sagamihara, onde as jogadoras e os membros da comissão técnica foram recebidos com alguns “mimos”, como ter feijão e arroz no cardápio.

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“Acho que nunca tive uma aclimatação nesse nível. Com comida brasileira e tudo tão bem organizado para nos proporcionar o melhor possível nos treinamentos, deslocamentos e alimentação. Na verdade é bom ter uma comida mais próxima da nossa de casa", afirmou.

"Porque sabemos que quando começar o campeonato, não teremos mais, e isso é bem ruim. Sempre tentamos nos adaptar da melhor maneira possível. Mas não é como estarmos em casa. Para aclimatação foi muito importante. Nos adaptamos ao fuso e nos alimentamos como se ainda estivéssemos no Brasil”, acrescentou.

Depois da delicada cirurgia no joelho esquerdo realizada no ano passado, e da incerteza de voltar às quadras e ser convocada para a seleção brasileira, a jogadora admite o momento que vive. “Estou muito feliz por estar de volta e por estar aqui, com um grupo tão bacana”.

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Além de Porto Rico, o Brasil de Thaísa enfrentará República Dominicana, Sérvia, Quênia e Cazaquistão. As equipes se enfrentam dentro do grupo, e as quatro mais bem classificadas passam à segunda fase do Campeonato Mundial .

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