Abel Ferreira durante treinamento do Palmeiras na Academia de Futebol
FOTO: Cesar Greco/Palmeiras
Abel Ferreira durante treinamento do Palmeiras na Academia de Futebol

O Palmeiras se apega a força do Nubank Parque e a uma escrita da era Abel Ferreira para avançar à decisão da Libertadores. Nesta quarta-feira (21), a equipe paulista reencontra o Fluminense, às 21h30 (de Brasília), e pode garantir a vaga na final continental com um simples empate. Afinal, a vitória por 2 a 1 no Maracanã traz uma boa vantagem e enche o torcedor de esperança.

A promessa é de casa cheia no palco alviverde, que tem sido um dos trunfos do time na temporada. Vale lembrar que o Verdão perdeu a última vez em seu estádio no mês de agosto (contra o Atlético-MG, pelo Brasileirão), e, desde então, soma sete vitórias e dois empates.

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Dessa forma, o Palmeiras tem, no momento, o segundo melhor aproveitamento desde que seu estádio foi inaugurado em 2014. Na atual temporada, são 78,95%, abaixo somente de 2022, que teve 82,86%. No pós-Copa, o time subiu de produção como mandante. Foram vitórias sobre Vasco, São Paulo, Bahia e Corinthians pelo Brasileirão, LDU, pela Libertadores, e Santos, pela Copa do Brasil.

Além disso, o Alviverde registra, em 2026, o segundo maior índice de vitórias (73,68%, só atrás de 2022, com 77,14%) e a segunda menor média de gols sofridos (0,52 por jogo, atrás apenas de 2019, com 0,46). Outro dado que chama a atenção é o de apenas 10,53% de derrotas, com média de 1,84 gol marcado.

Escrita de Abel na Libertadores

Desde que assumiu o Palmeiras, Abel Ferreira tem uma escrita curiosa e importante. Afinal, a equipe paulista jamais foi eliminada da Libertadores quando triunfou no primeiro jogo de um mata-mata com o português à beira do campo.

Na atual temporada, venceu a LDU por 1 a 0 no Nubank Parque e mesmo com o revés por 3 a 2 em Quito, avançou por 4 a 3 nas penalidades máximas. Em 2025, confirmou as vagas sobre River Plate-ARG (venceu por 1 a 2 na ida e 3 a 1 na volta), pelas quartas de final, e diante do Universitario, do Peru, (triunfou por 0 a 4 na ida e empatou por 0 a 0 na volta), pelas oitavas.

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No ano anterior, não teve tempo, pois perdeu para o Botafogo nas oitavas. Contudo, em 2023, passou pelo Deportivo Pereira-CO (0 a 4 na ida e 0 a 0 na volta), nas quartas de final, e pelo Atlético-MG, nas oitavas de final, (0 a 1 na ida e 0 a 0 na volta). Em 2022, passou pelo Cerro Porteño (0 a 3 na ida e 5 a 0 na volta).

Por fim, nos anos do bicampeonato (2020 e 2021), Abel fez essa escrita prevalecer três vezes. Diante da Universidad Católica-CHI (0 a 1 na ida e 1 a 0 na volta), em 2021. Da mesma forma, superou River Plate (0 a 3 na ida e 2 a 0 na volta), em 2020, e Delfín-EQU (1 a 3 na ida e 5 a 0 na volta) novamente em 2020.

Classificações após triunfo na ida

Delfín 1 x 3 Palmeiras – 2020 (goleou por 5 a 0 na volta)
River Plate 0 x 3 Palmeiras – 2020 (perdeu de 2 a 0 na volta, mas avançou)
Universidad Católica 0 x 1 Palmeiras – 2021 (venceu por 1 a 0 na volta)
Cerro Porteño 0 x 3 Palmeiras – 2022 (venceu por 5 a 0 n volta)
Atlético-MG 0 x 1 Palmeiras – 2023 (empatou por 0 a 0 na volta)
Deportivo Pereira 0 x 4 Palmeiras – 2023 (empatou por 0 a 0 na volta)
Universitario 0 x 4 Palmeiras – 2025 (empatou por 0 a 0 na volta)
River Plate 1 x 2 Palmeiras – 2025 (venceu por 3 a 1 na volta)
Palmeiras 1 x 0 LDU – 2026 (perdeu por 3 a 2 na volta e avançou nos pênaltis)

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