Tiquinho, enfim, desencanta
Foto: Vítor Silva/Botafogo
Tiquinho, enfim, desencanta

O Botafogo fez o dever de casa e venceu a lanterna Chapecoense por 1 a 0, neste sábado (17), no Estádio Nilton Santos, pela rodada 31 do Campeonato Brasileiro. Um triunfo sem brilho e esforço do Mais Tradicional em sua luta pela permanência na Série A do Brasileirão. Agora, faltam só seis pontos em sete jogos. Veja, na sequência, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos alvinegros neste fim de semana.

AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO

BATISTA – Só teve o trabalho de subir para tapear uma bola aérea durante o primeiro ato do espetáculo. Repetiu os poucos saltos durante a etapa final – NOTA: 6,0

VITINHO – Mais uma boa partida para a conta. Ganhou a maioria das disputas na defesa. Às vezes, no entanto, rebateu algumas bolas de forma estranha. No ataque, acertou, enfim, o pé. Trocou bons passes com Ziyech, no famoso “dá e entra” – NOTA: 7,0

FERRARESI – Atento, efetuou bons cortes e não deixou ninguém da Chapecoense se criar na defesa do Botafogo – NOTA: 6,5

MARÇAL – Trombou com os jogadores da Chapecoense, apresentou um cartão de visitas logo cedo e foi pouco incomodado pelo ataque rival. No fim, de cabeça, acertou a trave do goleiro Anderson – NOTA: 6,5

TELLES – Ajudou no ataque e participou de algumas tramas do Alvinegro. Porém, de uma forma mais discreta que em outras oportunidades – NOTA: 6,0

ALLAN – Deixou a Chape bater a carteira e um lance que poderia gerar perigo contra o Botafogo. Voltou a ceder posse de bola ao adversário na etapa final. Afobado na hora de dar o bote. Irritou. Saiu, depois, para a entrada de Domingos – NOTA: 4,5

DANILO – Demonstrou boa qualidade no passe, recuperou bolas na frente e quase brindou Tiquinho com uma assistência. Presença constante no ataque – NOTA: 6,5

MONTORO – O Monstrinnho controlou o meio de campo. A bola sempre passou por seus pés. Mas apostou muito nos lançamentos para se conectar com o ataque. Poderia insistir mais em tabelas e puxar triangulações. Perdeu, na pequena área, um gol feito também. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Toledo – NOTA: 5,5

ZIYECH – Não teve receio de chutar para o gol. Levou, assim, perigo em disparos da entrada da área. No entanto, “armou” um ataque da Chape por conta de uma bobeada no início do segundo tempo. Tite sentiu que era hora de trocar e, então, chamou Medina – NOTA: 6,0

MARTINS – Escapou em velocidade pelo lado direito, buscou a linha de fundo e centrou na medida para Tiquinho abrir o placar. Ajudou na recomposição defensiva. No segundo tempo, cedeu a vaga para Júnior Santos – NOTA: 7,0

TIQUINHO – Desta vez, o gol saiu. Já vinha merecendo. Em poucos minutos, fez muito mais do que Cabral em 15 jogos. Ainda saiu da área para gerar ocasiões e jogo para os companheiros. Correu e não deixou de brigar em nenhum minuto. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Pereira – NOTA: 7,5

MEDINA – Flutuou pelo meio de campo e teve ímpeto para pisar na área. Só que, quando a bola sobrou limpa, consagrou o goleirão visitante – NOTA: 5,5

DOMINGOS – Ajustou a marcação no meio de campo e evitou as mesmas vaciladas de Allan – NOTA: 6,0

PEREIRA – Correu, mas sempre foi travado pela zaga catarinense na hora de finalizar – NOTA: 5,0

JÚNIOR SANTOS – Fez algumas graças com a pelota e se atrapalhou nas próprias pernas – NOTA: 5,0

TOLEDO – Mero coadjuvante durante o embate – NOTA: 5,0

TÉCNICO: TITE – O Botafogo abriu o placar logo cedo e se contentou com a vantagem mínima diante de um rival inofensivo. Meio de campo errou tomadas de decisão em demasia no segundo tempo. Time ficou pregadão em muitos momentos da peleja – NOTA: 5,5

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