
Enquanto ainda realiza ajustes operacionais e burocráticos para a entrada da GDA Luma à frente da SAF, o Botafogo trabalha com uma expectativa otimista para o futuro. Para 2027, o clube espera, então, investimentos maiores e um projeto mais sólido com a ascensão da empresa de Gabriel de Alba no futebol do Mais Tradicional.
Segundo o site “Glorioso Play”, o Botafogo terá, por exemplo, uma movimentação ainda maior no mercado na busca de reforços. Para a próxima temporada, a comissão do técnico Tite já traçou o perfil do elenco e das novas opções para a equipe. Um time mais físico e alto. Tudo depois, claro, de ultrapassar a barreira dos 44, 45 pontos e escapar de vez da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.
A SAF, na última semana, aprovou, em Assembleia Geral Extraordinária, o aumento de capitais com uma nova emissão de ações. Este movimento é considerado fundamental para diluir a participação da Eagle Bidco no clube-empresa e abrir espaço para a GDA. A holding tem 49% do futebol alvinegro, enquanto o social é o sócio majoritário, com 51%. O associativo, no entanto, passará o controle do futebol para as mãos da empresa de Gabriel de Alba. O Alvinegro estipula algumas semanas para a conclusão, enfim, dos trâmites legais.
Sobre o interesse da GDA no Botafogo
A GDA tem como especialidade atacar “ativos podres”. Em outras palavras, empresas que podem ser adquiridas por valores abaixo do mercado por conta de problemas financeiros. Mas com um alto potencial para reestruturação.
Em fevereiro deste ano, Textor, ainda à frente da SAF, conseguiu aprovar um empréstimo de 25 milhões de dólares (R$ 124 milhões) justamente da GDA, mas com juros elevados. Com a grana, o Botafogo saiu do transfer ban por conta de uma dívida com o Atlanta United (EUA) pela aquisição do meia Almada, em junho de 2024.