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A ex-jogadora de vôlei e senadora Leila Barros (PSB-DF) propõe uma emenda ao Projeto de Lei de Conversão (PLV) 43/2020 para garantir a vacinação das delegações e comissões técnicas brasileiras que participarão dos Jogos Olímpicos de Tóquio , a partir de julho.

A emenda está na pauta de votação da primeira sessão do Senado Federal no ano de 2021, nesta quinta-feira.

O texto ainda prevê que as doses possam ser adquiridas por meio da iniciativa privada, buscando não prejudicar o cronograma de imunização nacional. Segundo projeções do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Comitê Parlímpico do Brasil (CPB), na emenda sugerida pela senadora, são cerca de 850 pessoas envolvidos, o que acarretaria no uso de 1.700 doses.

— Sei que existe uma corrida em busca dos imunizantes e a preocupação de que o cronograma de imunização do Sistema Único de Saúde (SUS) não seja comprometido. Por isso, a minha emenda permite que as doses sejam adquiridas com recursos privados, desde que o governo federal autorize. Não estamos defendendo a inclusão dos atletas em grupos prioritários para a vacinação, mas apenas a imunização em tempo hábil até a realização dos Jogos —  explicou Leila.

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O Comitê Olímpico do Brasil (COB) já declarou que não pretende “furar fila” e que atualmente foca na testagem e não na vacinação.

—  O COB seguirá o plano nacional de vacinação determinado pelo Governo Federal, como definido desde o primeiro momento. A entidade acompanha o andamento da proposta de emenda elaborada pela senadora Leila Barros (PSDB-DF) e aguardará as definições sobre o tema, sempre respeitando as decisões prioritárias do governo — respondeu a entidade ao O GLOBO.

Corrida mundial
O Comitê Olímpico Internacional (COI) já declarou que não haverá exigência de vacinação para atletas e membros olímpicos e paralímpicos. No entanto, tem se mexido nos bastidores, junto com os organizadores para que os comitês nacionais vacinem seus atletas.


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