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"Vai levar um tempo, pode ser que consiga ou não lutar boxe um dia", disse o brasileiro, atual campeão peso-pena do UFC, sobre possível mudança

Há um ano, Aldo e McGregor se enfrentaram no UFC. Confronto pode acontecer novamente nos ringues?
Divulgação
Há um ano, Aldo e McGregor se enfrentaram no UFC. Confronto pode acontecer novamente nos ringues?

Novamente campeão peso-pena do UFC após a retirada de Conor McGregor do ranking da divisão, o brasileiro José Aldo pretende permanecer no MMA pelos próximos três anos. Após o término de contrato com a organização, entretanto, sua intenção é começar a carreira no boxe e, de acordo com o técnico e empresário do atleta, Dedé Pederneiras, existe a possibilidade de uma revanche nos ringues com o irlandês.

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"Minha ideia é iniciar uma carreira normal, nada de superlutas. Queria começar, me ranquear, até chegar ao título. Sempre tive essa ideia. Tinha o sonho de ser campeão até os 30 anos (no UFC) e, dos 30 aos 35 anos, fazer a carreira no boxe", revelou José Aldo em entrevista ao " Combate.com" .

O seu treinador contou também que Zé já estava pensando na possibilidade de lutar boxe há algum tempo, além de desejar ainda fazer lutas de jiu-jitsu.

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"O Aldo quer lutar boxe profissional. E aí, quando teve essa oportunidade de possível acordo para cancelar o contrato, ele ia começar a carreira no boxe. Tem vontade de competir no jiu-jítsu também, mas ele tinha vontade de lutar boxe também. Existe essa conversa, a gente vai tentar isso, de ele lutar boxe. Quem sabe um dia até fazer uma luta com Conor, já que ele anunciou a vontade de lutar boxe", disse Pederneiras.

Renovação com o UFC

Em seu contrato com o UFC, Aldo ainda tem mais seis lutas previstas. Ele ressaltou que irá ao octógono para exercer seu papel, mas que não pretende renovar seu contrato com a organização presidida por Dana White.

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"Com certeza isso (a ida para o boxe) vai levar um tempo, pode ser que consiga ou não lutar boxe um dia, mas vai levar um tempo também. No mínimo, três anos", afirmou. "Nem tem por quê. Hoje em dia, com tudo o que conquistei, consigo viver fora da luta, não dependo dela. Fizemos uma estrutura legal, Dedé sempre me ajudou, me ensinou a colocar o dinheiro no lugar certo. Se paro, não tenho problema nenhum, vou levar a vida até melhor porque vou poder curtir", finalizou José Aldo.

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