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Musa da luta livre nos Estados Unidos, Gabi Castrovinci fala do convívio com lesões e com a dor em seu esporte

Gabi Castrovinci, lutadora brasileira nos EUA
Divulgação
Gabi Castrovinci, lutadora brasileira nos EUA

Gabi Castrovinci, um dos maiores nomes da luta livre nos Estados Unidos, tem feito sucesso nas redes sociais por conta de suas atuações nos rings. Integrando a renomada equipe Bro Mans, na Total Nonstop Action Wrestling,  e também lutando na Federação só para mulheres, Shine Wrestling, a brasileira convive frequentemente com lesões e em alguns casos, acaba sofrendo sequelas por conta da violência do esporte.

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“Não existe uma receita para se evitar as lesões em um esporte de contato direto como é o wrestling. Se o adversário estiver mal intencionado e for cruel, ele vai te machucar mesmo. Minhas piores lesões foram no joelho e no cóccix. Tive uma pequena fratura no cóccix e até hoje sinto dores, tenho uma almofada especial que uso para dirigir, pois as dores incomodam muito”, conta Gabi.

Gabi revelou que já recebeu muitas injeções de cortisona por conta das lesões, mas que no momento exato em que se machuca recorre a um tratamento simples: a aplicação de gelo no local atingido. “Não tem muito o que fazer assim que você se machuca é colocar gelo e depois ver a gravidade da lesão”, diz a lutadora.

Para evitar que lesões maiores aconteçam, Gabi tem sua estratégia traçada e além de sua habilidade com artes marciais, recorre a outras prevenções. “Muita malhação para reforçar a musculatura, alongamento, yoga, este são alguns dos meus recursos para evitar lesões mais sérias. Mas se o pé vier no seu pescoço e você não conseguir se esquivar, ai precisa ter muito treinamento para saber cair e minimizar a lesão”, finalizou.

Confira fotos de Gabi Castrovinci


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