Hamilton e Serena estão na lista de possíveis compradores do Chelsea
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Hamilton e Serena estão na lista de possíveis compradores do Chelsea

Os três consórcios que disputam a compra do Chelsea terão que se comprometer a uma cláusula inédita no processo de negociação de um clube. Segundo a emissora "Sky Sports", uma das principais obrigações do novo dono é permanecer no comando pelos próximos dez anos, pelo menos.

Essa foi uma das exigências da Raine Group, consultoria que toca o processo de venda do clube. A ideia é garantir estabilidade na governança da equipe londrina, mas só será aplicada sobre os acionistas controladores de cada grupo, aqueles que detêm a parcela 2/2 majoritária das ações.

Na prática, a notícia não é negativa em termos de negócios para o piloto da Fórmula 1 Lewis Hamilton e a tenista Serena Williams (veja fotos na galeria abaixo), que sinalizaram entrar com investimentos junto ao consórcio de Sir Martin Broughton no clube.


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Caso ganhem o processo de venda e eventualmente desejem, eles podem vender suas ações livremente, sem a obrigação de permanecer esta década no clube. A não ser que invistam pesado numa fatia que permita controle, o que é bem improvável, já que há a Harris Blitzer Sports & Entertainment, outra parte majoritária envolvida no consórcio.

Segundo a mesma "Sky Sports", os valores dos investimentos dos esportistas estariam na casa dos 10 milhões de libras (cerca de R$ 60 milhões) de cada um. Somados, os valores seriam de pouco mais de 2% em relação ao valor total da venda do clube, estimado em mais de 2 bilhões de libras. 

Concorrem com a proposta de Broughton os consórcios de Todd Boehly (co-proprietário do Los Angeles Dodgers, do beisebol) e dos parceiros Steve Pagliuca (co-proprietário do Boston Celtics) e Larry Tanenbaum (presidente do conselho executivo da NBA e dono do Toronto Maple Leafs, do hóquei).

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