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A mudança do local da final da atual edição da Champions League — marcada para São Petesburgo, na Rússia —, possibilidade cogitada pela Uefa em caso de escalada do conflito entre Rússia e Ucrânia, deve mesmo acontecer. Horas após a autorização do presidente russo Vladimir Putin para que tropas russas invadissem território ucraniano, a ideia ganhou força e deve ser aplicada. A medida pode ser oficializada já nesta sexta-feira, segundo a agência de notícias "Associated Press".

O comitê executivo da Uefa confirmou que se reunirá nesta sexta-feira, às 11h (de Brasília) para discutir a crise política, encontro que deverá ser mera formalidade para realizar o anúncio, segundo a agência. A final aconteceria no dia 28 de maio, no estádio Krestovsky.

"Devido à situação envolvendo Rússia e Ucrânia nas últimas 24 horas, o presidente da Uefa decidiu convocar uma reunião extraordinário do comitê executivo. O objetivo é avaliar a situação e tomar as decisões necessárias", diz comunicado da entidade.

Uma mudança de local motivada pelo conflito poderia ser um gatilho de crise entre a Uefa e um de seus principais patrocinadores, a Gazprom. A companhia de gás russa estampa sua marca nos materias de divulgação da competição e também dá nome ao Krestovsky, chamado comercialmente de Gazprom Arena.

Vale lembrar que o local das decisões foi alterado nas últimas duas temporadas, devido à pandemia de Covid-19. As finais de 2020 e 2021, que ocorreriam em São Petesburgo e Istambul (Turquia), respectivamente, foram jogadas em Lisboa e Porto, em Portugal.

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