Dirigente do Barcelona abriu o jogo sobre saída de Messi
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Dirigente do Barcelona abriu o jogo sobre saída de Messi

saída de Lionel Messi do Barcelona segue repercutindo nos bastidores no futebol europeu. Dessa vez, quem se manifestou foi o vice-presidente de finanças do clube catalão, Eduard Romeu.

(Veja na galeria abaixo fotos da chegada de Messi no PSG)


Em entrevista ao diário "Sport", o dirigente revelou o real motivo da não renovação do craque argentino com o clube. Segundo Romeu, a decisão de deixar Messi partir foi pensando do ponto de vista econômico, havendo a eminente necessidade de fazer cortes no elenco para conter as dívidas.

"Era uma operação (Messi ficar) que como clube a gente não podia permitir, não se encaixava na estrutura econômica. Nos deram a opção de fazer com o contrato da CVC, sim, mas foi um presente envenenado que da área econômica recomendamos não aceitar. A instituição foi colocada em risco e o presidente já disse que ninguém poderia estar acima do clube. Ele tomou a decisão certa", afirmou o vice-presidente de finanças. 

Ainda de acordo com o dirigente, o negócio proposto por Javier Tebas, presidente de LaLiga, em troca da possibilidade de inscrever Lionel Messi não agradou ao Barcelona.

"A primeira coisa que nos surpreende é que, numa operação com estas características como a da CVC, já não existem ofertas. Mais tarde, você vê que eles tentaram fazer a mesma operação na Itália e na Alemanha e não tiveram sucesso e eu não acho que nem os alemães nem os italianos sejam estúpidos", completou Eduard Romeu antes de fazer um convite a Tebas.

A LaLiga chegou a um acordo pelo qual o fundo de investimento CVC Capital Partners pagaria 2,7 bilhões de euros numa operação que permitirá “dotar a LaLiga e os clubes de recursos para continuar a transformação para uma empresa global de entretenimento digital." Athletic Club, Barcelona e Real Madrid rejeitaram o acordo da federação com o fundo de investimento.

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