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O meia Amr Warda foi cortado da equipe que disputa a Copa Africana de Nações. A decisão partiu do presidente da Federação Egípcia

amr warda
EFE
Amr Warda foi acusado de assédio por várias mulheres nas redes sociais e afastado da seleção egípcia

A Copa Africana de Nações teve início no último dia 21 de junho e vem acumulando alguns assuntos polêmicos. Nesta quarta-feira foi anunciado a expulsão de um dos jogadores da seleção do Egito por assédio.

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Amr Warda tem 25 anos e defende o PAOK, da Grécia. O meio-campista foi acusado por diversas mulheres de assédio nas redes sociais. Essa não é a primeira vez que Warda responde por acusações desse tipo. Em 2017 ele chegou a ser demitido do Feirense, de Portugal, após duas esposas de seus colegas alegarem que foram assediadas pelo egípcio.

A decisão de cortar Amr Warda da seleção partiu de Hany Abu Rida, presidente da Federação Egípcia de Futebol, após uma reunião com a equipe técnica e administrativa.

O caso do egípcio não foi o único de assédio na CAN. Antes do torneio ter início o atleta Haris Belkebla, da Argélia, foi cortado da seleção após exibir suas parte íntimas enquanto jogava Fornite online e postar a imagem nas redes sociais.

O Egito é o anfitrião da 32ª edição da Copa Africana de Nações . O time de Mohammed Salah venceu o primeiro jogo da competição contra o Zimbábue, por 1 a 0, e volta a campo nesta quarta-feira para enfrentar a seleção do Congo, as 17h00 (horário de Brasília).

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Apesar do escândalo de assédio , os anfitriões estão em segundo lugar no Grupo A atrás da Uganda pelo saldo de gols, mas empatados nos pontos. Ao todo são 24 seleções que disputam o troféu da Copa Africana de Nações que terá fim no dia 19 de julho.